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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

28
Fev19

Cara Mariana...

Mariana Vieira da Silva, actual ministra da Presidência e da Modernização Administrativa, segundo vários meios de comunicação social (aqui e aqui), pretende que o dia 7 de Março, véspera do Dia Internacional da Mulher, seja um dia dedicado ao luto nacional pelas vítimas da violência doméstica.

 

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Cara Mariana, 

Enquanto mulher e sua colega de profissão, embora sem nunca ter exercido (porque, como é evidente, não nasci em berço de ouro nem sou filha de um homem com o mesmo prestígio que o senhor seu pai ministro), tenho a escrever que não preciso de um dia nacional de luto pelas vítimas. As vítimas de violência doméstica ou no namoro não precisam de um dia que lhes lembrem que, um dia, podem fazer parte da negra estatística. Mulheres, homens (porque eles, em menor número, também sofrem - aqui) e crianças não precisam de um dia onde se valorizem números. O que precisamos, o que a sociedade precisa, é de medidas e de menos juízes, como Neto de Moura (mas, o que é que o homem tem contra as mulheres?!). De pouco ou nada serve mais um dia como esse que a senhora pretende criar. Um filho que perdeu a mãe às mãos da violência de um pai precisa que, de facto, se tomem medidas que começam nas mais diversas áreas: da escola aos tribunais, das policias às equipas que apoiam e acompanham as vítimas. Existe tanta coisa mais importante por onde começar... do que um dia nacional de luto. 

 

Acredito, senhora Mariana, que um dos primeiros passos para combater a violência doméstico e no namoro comece nas escolas, junto das meninas e dos meninos, ensinando-lhes a importância do respeito mútuo e da igualdade entre sexos. Acredito, senhora Mariana, que formar os profissionais que lidam diariamente com estes casos, seja médicos, enfermeiros, polícias ou juízes, para a não responsabilização da vítima seja um outro caminho para combater a violência antes de se declarar um dia específico pelos que já partiram. Acredito, senhora Mariana, que apoiar as vítimas em vez de as punir com a fuga de casa para uma casa abrigo e responsabilizar o agressor seja mais importante. Inclusive, acredito, senhora Mariana, que se deve trabalhar com o agressor para que este lide com os sentimentos de possessão, agressividade, controlo e vingança contra a vítima. Acredito, senhora Mariana, que enquanto ministra, terá uma equipa muito mais capaz e, talvez, mais preparada do que eu para lhe indicar o melhor caminho para combater e diminuir o número de vítimas da violência... só não consigo compreender como é que considera que criar um dia de luto pode ajudar a mudar a estatística. 

 

Cara Mariana, enquanto mulher que um dia viveu um relacionamento possessivo e de controlo (porque a violência não escolhe graus académicos, profissões, género, religião...), acredite que o caminho não é esse e medidas como a que pretende de nada servem... no dia de 7 de Março falaremos sobre as mulheres que morreram às mãos da violência doméstica mas, se o caminho se mantiver, nos restantes dias, falaremos sobre as novas Maria(s), Lara(s), Inês(es) e tantos outros nomes que a violência já matou. Morreram, desde o início deste ano, 12 mulheres... quantas mais terão de morrer?

 

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20
Fev19

Mudar.

Terminei o meu mestrado em 2013. Batalhei durante muito tempo, entre estágios de curta duração e trabalho a recibos verdes, sem nunca conseguir chegar à minha área de formação. Comecei a trabalhar como operadora de loja num hipermercado em 2016, depois de sentir que as portas se fecham com argumentações diversas que variavam entre o "não possui a experiência necessária" ao "a sua formação académica é excessiva". Aprendi muito enquanto operadora de loja: a importância do trabalho em equipa e entre-ajuda, lutei contra o monstro da timidez e dos medos, cresci muito quer pessoal quer profissionalmente. Fui pressionada pela gerente que embirrava com qualquer colaborador que não trabalhasse como ela assim entendia. Senti que o meu trabalho, por mais que eu procurasse melhorar, nunca era valorizado ou reconhecido por ela. Mudei. Precisava de mudar para conhecer um outro universo profissional.

 

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Demiti-me o ano passado, neste período, e lancei-me a um novo desafio profissional. O automóvel passou a ser o meu local de trabalho, sempre em viagens pelo Minho, um dia em Monção outro em Guimarães e outro em Barcelos. Os dias nunca eram iguais e, apesar de tudo, eu sentia-me diariamente cansada e frustrada. Fruto de expectativas elevadas e ideias que pouco combinavam com a realidade, percebi que não era isto que queria fazer para todo o sempre. Sim, porque era esse o caminho: fazer o mesmo, durante anos, sem qualquer possibilidade de progressão profissional porque ela não existe naquela empresa. Sentia-me agradecida por conhecer aldeias, vilas e cidades que, de outra forma, dificilmente conheceria. Não tinha um chefe que diariamente me pressionasse mas sentia a falta de companhia... podia passar dias em que pouco ou nada falava. Culpa da minha constante insatisfação, decidi arriscar novamente e mudar.

 

Os inícios de ano, dizem, costumam ser bons para se mudar de trabalho. Para mim, qualquer altura do ano é boa para mudar e arriscar, porém, a verdade é que têm sido os inícios de ano que coincidem com as minhas mudanças profissionais... e pessoais.

 

No próximo mês, porque quis aproveitar para tirar umas férias entre alterações profissionais, vou regressar a um hipermercado e mudar de cidade. Mudo porque acredito que, nesta nova empresa, sem os vícios e esquemas de empresas já antigas na área, poderei encontrar um caminho para mim. Mudo porque, aos trinta anos, sinto que preciso de crescer e assentar numa casa minha, num espaço meu. Mudo porque quero anular a permanente insatisfação que sinto. Mudo porque quero deixar de adiar sonhos pessoais, como o de me juntar com o meu namorado ou o de ser mãe. Mudo porque a vida é uma constante e permanente mudança e só os insatisfeitos arriscam em mudar. 

 

Provavelmente, nunca conseguirei trabalhar na minha área de formação mas quero sentir que, de facto e de alguma forma, não foi um trabalho em vão. Nunca o é. O estudar e aprender nunca é desperdício de tempo. A minha formação académica abriu-me horizontes e deu-me a possibilidade de ver para lá do que a minha pequena vila me poderia dar. Mas, quero sentir que, porque acredito que assim é, a minha experiência é mais útil. Porque, no fundo, sinto aquela mágoa de quem batalhou durante anos e nunca foi recompensado... e é esse sentimento que eu não quero, nem pretendo, carregar toda a vida. 

 

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04
Jan19

Quatro de Janeiro.

Dia quatro de Janeiro é, desde há cinco anos, a data mais importante do meu ano, mais do que mudar o ano no calendário ou, inclusive, do que o meu próprio aniversário. É uma data com um significado especial que talvez não consiga descrever pela circunstâncias que a marcaram e por tudo o que senti mudar na minha vida desde aquele dia. Significa, para a maioria, que o ano novo e a respectiva celebração foi há quatro dias atrás mas, para mim, traduz-se numa simbólica transformação interior e num momento de reflexão.

 

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Hoje, quatro de Janeiro, faz o blogue Um Mar de Pensamentos cinco anos de existência. Nasceu numa manhã fria, com uma manta sobre as pernas e na minha sala de estar onde escrevia, num computador apple, as primeiras palavras sobre mim e os meus desabafos. Cinco anos depois, num computador acer, sentada na minha cama e com uma manta sobre as pernas - porque cinco anos depois continuo a ser uma velha -, celebro uma das datas mais importantes de mim: um blogue, mais um dos muitos blogues que criei antes dele, que é o meu refúgio, o meu diário, os meus sentimentos e desabafos, o meu eu. 

 

O blogue Um Mar de Pensamentos assistiu a tantas mudanças ao longo dos cinco anos de mim. Desabafei choros e estados de alma, conquistas e fracassos, sonhos e desistências. "Viu-me" crescer pessoal e profissionalmente. Assistiu a mudanças e foi palco de destaques - quer no sapo blogs quer pela porta editora. Foi um diário pessoal, um diário de leituras e um diário de reflexões sociais. Permitiu-me conhecer pessoas fabulosas e dar-me a conhecer. Mudou de layout inúmeras vezes. Viu nascer novos blogues, desaparecer alguns e ver outros quase a desistir... como ele próprio. Mas, cinco anos depois, com mais ou menos post, com mais ou menos seguidores, com mais ou menos comentadores, mantém-se porque, apesar de tudo, este é o espaço onde eu sempre me encontro e onde posso escrever um mar de pensamentos que carrego na alma, sem julgamentos.

 

Hoje, porque para mim é e será sempre uma das minhas datas preferidas e importantes, quero reflectir sobre o quão mudei e mudou a minha vida desde aquela manhã de dois mil e catorze até o ano de dois mil e dezanove. 

 

Não sou a mesma menina triste e solitária daquela manhã. Cresci psicologicamente, tornei-me mais forte e mais segura de mim embora, no fundo, ainda tenha tanto para mudar. É um processo demoroso e lento, que requer muita vontade mas, aos poucos e poucos, sinto que consigo melhor o que julgava nunca conseguir trabalhar. Não emagreci como, desde há muitos anos quero, em parte porque me falta a auto-disciplina e, noutra parte, porque tenho sempre uma desculpa para que nada mude. Quero mas não quero. Parece estranho, tão estranho como eu mesmo me sinto, mas são estas pequenas estranhezas de mim que, ao longo dos anos, consegui moldar e mudar.

 

Conheci o amor e o significado. Cruzou-se, no meu caminho, um homem que como ele mesmo me diz "nunca me deixa cair". Uma pessoa especial que me ajudou e ajuda, continuamente, a mudar e a querer ser melhor. O amor, mais do que palavras, são os gestos que realizamos para com o outro. Sinto, por este M., um amor profundo e uma gratidão enorme por me fazer acreditar que posso ser melhor, por me incentivar a nunca desistir de escrever e lutar, por me devolver a esperança de que o amor é muito mais do que aquela estranho e violento romance que um dia vivi. Não sei o que o amanhã nos reserva mas, no hoje, sinto que o quero para todo o sempre e que sem ele me "afundaria". Encontrei quem nunca julguei possível encontrar... sou, no amor, uma feliz e apaixonada sortuda.

 

Cinco anos de leituras. Quando o blogue nasceu, um dos meus objectivos, era escrever sobre livros. Precisava, tal como desabafar o que sinto, de partilhar as minhas experiências literárias.  Não considero Um Mar de Pensamentos como um blogue de cariz literário é, na sua essência, um diário pessoal com um grande foco nos livros. Os livros, como a escrita, possuem em papel essência e fundamental em mim. Posso passar dias sem ler, mas não consigo passar meses sem tocar num livro. Preciso de ler como preciso de ar para respirar... ou talvez seja exagero da minha parte, mas é-me fundamental ler, independentemente do tempo que demore a ler um livro. A maior conquista que este blogue teve foi, para mim, está...

 

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... porque se trata de um dos livros mais bonitos que li na minha vida. Quando nasceu, jamais sonhei que este blogue conquistasse tal privilégio e tão pouco com ele alcançasse uma oferta literária... obviamente que, se mais do género surgirem, não me negarei a elas: porque livros são sempre muito bem-vindos e nunca são suficientes para mim.

 

A nível profissional sinto que estes cinco anos foram feitos de altos e baixos. Passei quase dois anos em busca de trabalho na minha área de formação sem nunca o conseguir. Não sei se foram as minhas carências profissionais, falhas pessoais ou eu não saber para que lado me guiar ou, ainda uma conjugação de tudo e pouca sorte, mas por mais que tentasse, e continue a tentar, parece que todos os esforços me escapam pelos dedos. Trabalhei dois anos como operadora de loja, tendo integrado os quadros da empresa, e embora eu gostasse do que fazia, sentia que desperdiçava tempo e energias em algo no qual eu não me conseguia imaginar muito tempo. A conjugação de coisas negativas que aconteceram no mesmo ditaram que mudasse de emprego. Inicialmente, parecia um emprego bom e estimulante mas, depressa percebi que se misturam ingredientes de solidão, rotina e longas horas de automóvel que, novamente, me reacendeu a chama pela busca de um novo trabalho. Não sei se este ano será o ano em que, por fim, encontro o "tal emprego" mas é mais um ano de busca e procura...

 

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Um Mar de Pensamentos assistiu a tantas mudanças que, enumeradas, deixariam este post demasiado repetitivo, cansativo e longo. Este é o meu espaço, uma espécie de filho para cuidar e mimar, um mar de escritas, livros, sonhos, conquistas e fracassos. Não sei quantos anos durará, nem as conquistas que alcançarei ou que o espaço alcançará. Não sei quantos posts escreverei sobre desilusões, magoas ou fracassos, nem tão pouco quantos serão os textos sobre livros, trabalho, família, amizade e amor. Não sei quantos me seguem desse lado do ecrã e a quanto mais chegarei ou perderei. Sei, unicamente, que quero continuar a escrever enquanto a vida e o destino me deixarem, quero que este Um Mar de Pensamentos viva mais cinco anos, dez ou vinte, o tempo que acreditemos que deverá viver. Não serei nem tão pouco ambiciono ser A Pipoca Mais Doce ou A Melhor Amiga da Barbie ou se algum dia deixarei, simplesmente, sobre o manto do anonimato mas, serei sempre a M* ou a Maria - que é, de facto o meu nome e do qual poucas pessoas conhecem o rosto - do blogue Um Mar de Pensamentos.

 

___

 

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29
Nov18

2019: o ano em que vou (continuar) a apostar em mim.

 Não tenho, por norma, o hábito de fazer resoluções ou traçar objectivos de ano novo ou de aniversário. Acredito que a mudança deve acontecer quando queremos, numa segunda-feira ou numa quarta-feira, em qualquer altura do ano, e por nada em específico, só porque queremos mudar algo na nossa vida. No entanto, apesar da contradição das minhas palavras, o próximo ano será o ano em que quero muito apostar em mim... ou continuar.

 

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(Imagem: Acredita em ti e voa!)

 

No início deste ano, algures depois das festividades dos Reis, decidi que iria mudar a minha alimentação e apostar na minha saúde. Nunca fui, desde os meus dez anos, uma miúda de corpo delicado, magro e de auto-estima elevada. Pelo contrário, desde essa idade e até aos meus presentes trinta anos, sempre fui gordinha, de fraca auto-estima e com problemas de acne. Não posso, segundo o dermatologista que consultei à uns anos, resolver o problema do acne mas posso lutar contra o resto... e foi isto que procurei fazer ao longo dos últimos ano. Lutei, ano após ano, contra os meus complexos e medos, procurando descer os números do meu peso na balança, mas se consegui atingir níveis satisfatórios relativamente à minha auto-estima, o mesmo não o posso afirmar com os números na balança (e quem me segue no blogue à mais anos, sabe do que falo). Não tenho uma auto-estima ao nível dos cem porcento mas, talvez não exagere se a considera a uns setenta quando, na minha meninez e adolescência, equivalia a uns vinte. Não acredito, todavia, que algum dia esteja a cem porcento, porque isto é uma luta que nunca acaba, mas quero evitar ir-me abaixo de cada vez não caibo numas calças.

 

Posto isto, no início deste ano decidi que iria mudar a minha alimentação, praticar mais exercício físico e reduzir os valores do meu colesterol. Se consegui o último, o mesmo não posso afirmar do segundo e o primeiro, embora já não viva sem a minha sopa à hora do almoço, ficou um bocadinho longe dos meus planos. A ideia era, ao mudar a minha alimentação, comer mais legumes e fruta, preparar refeições mais saudáveis, reduzir nos doses e refrigerantes, beber mais água e comer mais sopa... de tudo isto só consegui reduzir nos refrigerantes e aumentar o consumo de sopa. Os restantes sofriam de picos de humor: ora passava semanas sem tocar num chocolate e dias a comer fruta seguidas, como podia passar três dias a enfardar chocolates e nada de fruta. É, a convulsão alimentar, uma das minhas lutas de há anos e que não sei se jamais a conseguirei enfrentar... porque é na comida que muitas vezes encontro refugio e consolo para os meus medos e dramas, embora saiba que também me causa mais e mais problemas. 

 

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(Imagem: Facebook Disney Ironica)

 

A mudança a nível profissional veio desmobilizar os meus planos de saúde iniciais. Eu estava a conseguir perder peso. A adaptação a um novo ritmo e estilo profissional, mais sedentário que o anterior, levou-me a ganhar o peso que tinha perdido. Senti-o nas calças que outrora tanto usara, senti-o nas roupas que em lojas ditas normais outrora conseguia caber e deixei de conseguir, senti-o na minha saúde. Conjugar o meu horário de trabalho com o pouco tempo que me sobrava é, ainda hoje, uma tarefa que estou a aprender (a escrita e a leitura sentiram tanto com esta mudança profissional). Inscrevi-me num ginásio mas não o fiz por mais de três meses... estava a pagar para nunca o frequentar porque chegava sempre muito tarde a casa. E é isto que quero mudar e não o quero só no próximo ano, quero-o já. Para tal e, porque a nível profissional não me sinto numa situação muito estável, decidi retomar as aulas de zumba, com duas sessões semanais. O objectivo não é, mais uma vez refiro-o, emagrecer mas sim tornar-me mais saudável e activa.

 

Não quero que dois mil e dezanove seja o ano de mudar, pelo contrário, quero que seja um ano de continuidade, aquele em que vi que podia ser mais. Não vou esperar por Janeiro para o fazer, mas começar agora... um novo ano é quando quisermos começar verdadeiramente a mudar. Dois mil e dezanove é o ano em que vou continuar a apostar em mim... a nível pessoal, profissional e de saúde.

 

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(Imagem: Facebook Disney Ironica)

 

Pessoal:

- Aprender a língua inglesa: adiei durante meses e meses iniciar uma formação nesta língua mas não posso continuar a negar a minha lacuna nesta área e na necessidade em investir na aprendizagem. 

- Ler um livro por mês e escrever, pelo menos, um a dois posts por semana.

- Gerir melhor as minhas finanças: aprender a pensar duas vezes antes de comprar e registar diariamente (na agenda ou numa folha excel) os meus gastos, bem como tentar colocar todos os meses um valor fixo numa conta poupança.

 

Profissional:

- Mudar de trabalho (obviamente).

 

Saúde:

- Retomar (já este mês) as aulas de zumba e/ou caminhar pelo menos trinta minutos.

- Beber mais água e continuar a cortar nos refrigerantes.

- Procurar passar um mês sem consumir açúcar (não sei se consigo mas vou tentar... li o desafio neste blogue).

- Continuar a comer diariamente um ou dois pratos de sopa e comer mais fruta e legumes. 

08
Nov18

Sonhos.

Sonhei, esta noite, que uma jovem actriz portuguesa morria depois de contrair um vírus de nome estranho. Não me recordo do resto do sonho. Noutro sonho, sonhei que uma bloguer anónima que leio com regularidade, embora eu não me recorde de qual, também morria e a verdade chegava largos meses após a sua morte.

 

Sonhei, mais do que uma vez, que dava à luz duas gémeas de nome Vitória e Inês/Yara/Gabriela, cujo pai desconheço. No mesmo sonho, casava-me com um homem de rosto desconhecido mas de nome Guilherme e o meu M., o meu namorado, era um dos convidados da cerimónia. 

 

Sonhei, na semana passada, que ia trabalhar para uma das novas lojas de um novo hipermercado (o que não anda muito longe da realidade visto que, de facto, me candidatei a ele e já fiz entrevistas). No mesmo sonho, no decorrer da formação, o hipermercado onde realizava estágio ardia. Em contrapartida, arrendava um apartamento fofinho na cidade para a qual iria trabalhar. Mas, também já sonhei que voltava a trabalhar no antigo hipermercado que trabalhei. Volta e meia sonho que vou ser despida do meu actual local de trabalho mas não sem antes bater com o automóvel da empresa. É um acidente pequenino, sem grandes danos para o veículo (para lá das duas marcas reais que possui e que eu lhe fiz) mas que se traduzia num verdadeiro assalto à minha carteira. 

 

A maioria das vezes, sempre que sonho com algo deste género, não consigo dormir grande coisa... basta simplesmente senti-los vivos na minha cabeça. Resumindo, eu tenho sonhos estranhos.

companhia literária...

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| A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. Fernando Pessoa. |

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