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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Um Mar de Pensamentos

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É Carnaval...

Fevereiro 12, 2018

Sou, certamente, um ser invulgar, de gostos e preferências distintas à maioria. Confesso que, uma parte de mim, sempre gostou de se destacar pela diferença. Não na forma de vestir mas no ser, estar e gostar. E, o Carnaval é daquelas épocas festivas que menos me cativa... juntamente com o Halloween. Bem sei que é uma época em que podemos ser diferentes, tomar personalidade e comportamentos opostos ao do nosso dia-a-dia mas, para mim, a verdade é que se trata de uma festividade simplesmente parva. Não consigo compreender a graça de adultos se mascararem de velhotes, mulheres/homens ou de índios e ciganos. Vejo, admito, mais piada nas crianças porque sempre considerei que Carnaval era para os mais pequenos.

 

A lógica daquela típica frase "É Carnaval e ninguém leva a mal." é, de longe, aquela que mais me desagrada. Não, o Carnaval não perdoa tudo... os excessos e abusos da época cometidos pelos adultos não pode ser esquecido numa patética frase. Apesar da data, não deixamos de viver numa sociedade onde existem regras, onde a liberdade de alguém termina quando invade a de outro, onde deve existir respeito por todo o género de diferenças, quer de opinião ou afins. 

 

Definitivamente, a data passa-me completamente ao lado... desde sempre. Nunca fui criança de achar piada à data e, em adulta, continuo sem a compreender. Contam-se, pelos dedos de uma mão, quantas vezes me disfarcei de livre vontade em menina. Sou uma pessoa alegre e divertida, tal e qual como sou, sem entrar em fantasias ou excessos. A vida, no fundo, já de si é um verdadeiro Carnaval. 

 

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Resumindo: o meu Carnaval vai ser assim, talvez com menos livros do que na imagem de cima mas, na companhia de um bom livro. 

No caminho de regresso a casa,

Setembro 15, 2017

depois de mais um dia de trabalho, qual não é o meu espanto e surpresa ao passar por um casal de idosos que passeava o seu cachorrinho num carrinho semelhante ao dos bebés. Tratando-se de um casal de idade avançada, compreendo o uso do carrinho, uma vez que os cães, mesmo os mais pequenos, são algo travessos e dados para a brincadeira, o que poderia originar problemas sérios, como uma queda. Admito, no entanto, que me senti algo chocada com a quantidade de novas invenções e formas de consumo em torno dos cães... e, claro, com a ideia de enfiar o pobre do animal num espaço fechado em vez do tradicional uso de coleira sem possibilidade de se movimentar ou cheirar. 

carrinho-cao.jpg

 

Resumindo... modernices de uma sociedade extremamente consumista.

Piropos.

Dezembro 30, 2015

A última semana do ano de dois mil e quinze é marcada pela polémica em torno do piropo. A minha opinião é simples: sou a favor da criminalização. Porém, o ponto essencial a reter é, por toda a polémica gerada em torno da criminalização do piropo, a sua aprovação já valeu a pena e demonstra a sua importância. Por outro lado, é um alerta para a questão do assédio na rua às mulheres - e que, contrariamente aos inúmeros comentários por esta internet fora, atingem miúdas e mulheres, de qualquer idade, feitio, gorda ou magra, nacionalidade, religião, bonita ou feia, etc. -, é uma forma de consciencializar opiniões, procurar a mudança. É de pequenos passos que a mudança começa e qualquer mudança gera a sua polémica. 

 

piropos.jpg

Caetana.

Novembro 08, 2015

Conheci uma miúda com este nome... e não é a filha de uma famosa. Juro que não compreendo a necessidade de os pais colocarem nomes tão esquisitos aos filhos ou seguirem modas. Será que se lembram que depois da fase criança, passam à idade adulta e que o nome escolhido os acompanhará para todo o sempre? Caetana faz-me lembrar uma marca de automóveis. Os pais desta optaram por aderir à moda dos nomes esquisitos. 

Por falar em política,

Outubro 16, 2015

também tenho algo a dizer. Não é que a minha opinião seja qualquer coisa de relevante. Quem julga que vou escrever uma espécie de tese sobre o actual estado da política portuguesa, aconselho a parar precisamente agora a leitura.

 

A verdade é que eu nunca gostei de política. Fugi, na faculdade, sempre de disciplinas orientadas para a política ou leccionadas por professores demasiado politizados. A política é daqueles temas que, a par do futebol, evito debater. O único plano que me interessa da política é aquele que diz respeito aos aspectos sociais, ou seja, educação, família, cultura, envelhecimento, juventude e emprego. Reconheço, no entanto, que estás áreas não se dissociam das restantes. Sou, em resumo, mais uma jovem que não vê na política qualquer verdade ou interesse. 

 

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No entanto, também eu tenho algo a dizer sobre os últimos falatórios. Nada de especial. Uma opinião pessoal. Não gosto do homem do submarinos, Paulo Portas, nem do Coelho mentiroso. Pergunto-me, ainda hoje, como é que os portugueses voltaram a elege-los. Certamente, seguindo a linha de pensamento destes portugueses. E, juro, o meu voto nas últimas eleições não foi para estes senhores... Não gosto do António Costa. O homem não se decide. Não sabe o que quer. Hoje diz uma coisa, amanhã outra. Os três homens mencionados podem, muito bem, formar um partido político. Sofrem ambos do mesmo problema: mentir. Gosto da Catarina Martins. A mulher parece-me ter fibra e personalidade fortes. Aplaudo-lhe os discursos. É sangue novo na política, tendo conseguido unir um Bloco dividido. Confesso, simpatizo com esta geração de bloquistas. O Jerónimo de Sousa é, por seu turno, um avozinho com ideias um bocadinho utópicas a precisar de reforma... para bem do próprio partido. Para finalizar, o deputado do partido PAN-Pessoas, Animais e Natureza parece-me um ser alienígena... do pouco que já o ouvi falar, o senhor parece necessitar de uma dose de realidade. 

 

Por falar em política... aqui fica a minha opinião sobre os últimos acontecimentos nacionais. Nada de importante, apenas uma singela opinião. Em resumo, por falar em política, vai tudo dar ao mesmo... e foi isto que expliquei, ontem, a uma amiga partidária do JSD/PSD. 

companhia literária...

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