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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

12
Dez18

Leituras (actualizado) do ano de 2018.

| Nas Asas do Tempo de Diana Gabaldon (livro 1 da saga Outlander) (opinião)

| Uma Prece ao Mar de Khaled Hosseini

| Uma Vida Muito Boa de J. K. Rowling (opinião)

| Uma Questão de Classes de Joanne Harris

| Todos Devemos Ser Feministas de Chimamanda Ngozi Adichie

| Os Passageiros do Tempo de Alexandra Bracken

| A Libélula Presa no Âmbar (livro 2 da saga Outlander)

| Diz-lhe Que Não da Helena Magalhães (opinião)

| A Improbabilidade do Amor de Hannah Rothschild

| Louca de Chloé Esposito

| Vitória - A Jovem Rainha de Daisy Goodwin

| Antes de Sermos Vossos de Lisa Wingate 

| A Sereia de Brigton de Dorothy Koomson

| As Flores Perdidas de Alice Hart de Holly Ringland (opinião)

| Uma Mulher em Fuga de Lesley Pearse

| Para Lá do Inverno de Isabel Allende

| Isabel de Aragão de Isabel Stilwell

| O Desaparecimento de Stephaine Mailler de Joel Dicker

| A Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows (opinião)

| O Coração de Simon Contra o Mundo de Becky Albertalli

| A Guerra Que Salvou a Minha Vida de Kimberly Brubaker Bradley

| Afinal as Feministas Até Gostam de Homens de Patrícia Motta Veiga

| Os Meninos Que Enganavam os Nazis de Joseph Joffo (opinião)

| O Dia Em Que Te Perdi de Lesley Pearse

| A Doçura da Chuva de Deborah Smith (opinião)

| Retrato de Família de Jojo Moyes

| Procura-me Quando a Guerra Acabar de Amy Harmon

| No País da Nuvem Branca de Sarah Lark (leitura actual)

12
Dez18

A Doçura da Chuva de Deborah Smith.

350x (1).jpg

Kara Whittenbrook e Ben Thocco são os protagonistas deste romance de Deborah Smith, A Doçura da Chuva. Kara vive uma vida de luxo e privilégios numa pequena cidade do Brasil. Filha de ambientalistas famosos, cresceu na selva amazónica brasileira e estudou nos melhores colégios privados americanos, porém a morte dos pais num acidente aéreo revelará um segredo que abalará o seu mundo: Kara foi adoptada. Decidida a conhecer a sua família biológica e as suas origens, a jovem parte para o norte da Florida onde, acidentalmente, conhece Ben. O rancheiro Ben é um homem solitário que gere, com pulso e fé, a propriedade onde emprega pessoas de características singulares. Vive para o irmão e para o seu rancho. Porém, a chegada de Kara à propriedade e à vida de Ben, mudar-lhe-à a vida por completo.

 

Deborah Smith era um nome que há muito me atrai-a. Não uma, não duas nem tão pouco por três vezes, tinha seleccionado um dos seus livros com o propósito de comprar mas, no último momento, os meus olhos repousavam sobre outro título e deixava-o nas prateleiras da livraria. Não percebi-a, na época, bem o porquê de isso acontecer e, talvez agora, finalmente entenda o motivo pelo qual nunca trazia os seus livros comigo. Uma amiga muito querida tinha-me dito que os livros dela eram dos melhores que ela já leu e fiquei com a "pulga atrás da orelha" (desculpem senhores do Pan pela expressão), mas para mim ficou muito aquém das expectativas. Seleccionei este livro, pela sinopse, por abordar um tema que me cativa e sensibiliza: a adopção.

 

A Doçura da Chuva é narrado de forma simples e com toques de humor, no presente, pelos dois protagonistas principais do romance, Kara e Ben, mostrando os sentimentos e medos de ambos. Os pais biológicos de Kara possuem uma partucularidade que os torna especiais e dá ao romance um toque único e tocante, tal como aos restantes trabalhadores do rancho de Ben. Pontos positivos. Porém, o romance peca por ser demasiado cliché (e vou tentar não revelar muito sobre o livro): a menina rica que se apaixona por um rancheiro com problemas financeiros, o passado trágico de Ben e todo o drama que envolve o irmão. O final é previsível - quando Kara e Ben se conhecem, dá para perceber como se desenrolará a história -, as peripécias vividas por cada uma das personagens secundárias são expectáveis, foco em excesso (na minha opinião) no hábito alimentar de Kara e na religião de Ben... falta um toque de qualquer coisa não expectável e claro ao leitor/a. A Doçura da Chuva é totalmente esperado, "sem sabor e sem vida", um romance demasiado romance.

 

Uma completa desilusão para mim, A Doçura da Chuva é, no entanto, daqueles livros para quem gosta de "romances com muito cliché", bom para depois de um livro mais pesado. Infelizmente, para mim, este será o meu primeiro e último livro de Deborah Smith. 

 

Avaliação (de um a cinco): 2*

09
Nov18

A Sereia de Brighton de Dorothy Koomson.

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 A Sereia de Brighton de Dorothy Koomson foi, de entre todos os livros que li este ano e à excepção dos livros com menos de cinquenta páginas, o livro que li mais rápido: comprei-o numa sexta-feira ao final do dia, só porque a sinopse não me abandonava a cabeça, e terminei-o no domingo à noite. Fiquei completamente rendida e viciada na narrativa e sempre que me via forçada a parar de ler, só pensava em retomar para descobrir mais contornos da dramática história. Uma leitura que nos devora por dentro, dada a curiosidade com que nos envolve e nos leva a reflectir sobre temas actuais.

 

Nell e Jude são duas amigas de quinze anos que, certa noite e após mentirem aos pais, decidem fugir de casa para irem a uma festa de adolescentes. No regresso a casa, atraídas pela curiosidade própria da idade, as jovens descobrem o corpo de uma jovem mulher, com cerca de dezanove anos, abandonado numa praia de Brighton: julgam-na, inicialmente, inconsciente mas rapidamente percebem que está morta. A polícia é chamada ao local, apelidando a jovem assassinada de A Sereia de Brighton, e as duas amigas são interrogadas pela polícia e ambas consideradas suspeitas daquela morte. Porém, a vida de Nell e da família mudará drasticamente quando, uma semana depois da descoberta, a amiga Jude desaparece. Vinte e cinco anos depois, Nell não esquece a fatídica noite que lhe mudou a vida e, por sua conta em risco, decide descobrir quem era a sereia de Brighton e compreender o que aconteceu à sua amiga Jude. No entanto, alguém que a controla de perto não quer que Nell descobra as verdades daquela dramatica noite...

 

Dorothy Koomson, neste livro, aborda com mestria temas delicados como o racismo e o preconceito, a violência policial, a violência contra mulheres e as marcas que a violência na infância se traduzem num jovem adulto. É uma narrativa incrivelmente cativante, mergulhando rapidamente na história e no drama vivido por Nell, onde só queremos descobrir toda a verdade e justiça para quem lhe fez tanto mal. A narrativa de A Sereia de Brighton vária em dois tempos: no presente e no passado, quer por Nell quer pela irmã desta, dando-nos a conhecer diferentes perspectivas e detalhes da história e fazendo-nos ver que a descoberta atingiu muito mais do que as duas amigas. As personagens, principais e secundárias, foram muito bem conseguidas e trabalhadas, todas elas - a meu ver - fundamentais para a narrativa. O final é macabro e surpreende - eu não o imaginava assim -, revelando a crueldade do ser humano e como uma única pessoa conseguirá mudar tanto a vida de duas adolescentes e família.

 

A Sereia de Brighton é considerado uma das minhas leituras favoritas de 2018 e Dorothy Koomson uma das minhas escritoras favoritas. A capacidade com que mistura, nos seus livros, suspense, drama, amor, amizade e temas sensíveis e actuais é genial e invejável, sendo impossível ficar-lhe indiferente. Não considero este livro como um romance e creio que está longe de o ser, é mais um género de policial ou mistério. Independentemente da categoria atribuída a este livro, recomendo a leitura de A Sereia de Brighton... muito bom!

 

Avaliação (de um a cinco): 5*

06
Nov18

A Viajante de Diana Gabaldon.

Saga-Outlander-Livro-3-A-Viajante.jpg

 A Viajante de Diana Gabaldon, terceiro volume da saga Outlander, é mais uma leitura viciante e envolvente, centrada no amor de Claire e Jaime, onde reencontramos personagem de outros livros e viajamos pela História da Escócia do século XVIII. 

 

Nas Asas do Tempo (opinião), primeiro volume da saga, dá-nos a conhecer a jovem e lutadora Claire que, misteriosamente, se deixa cair num círculo de pedras antigas transportando-a até à Escócia do século XVIII onde, é confundida como uma espia e, para se proteger, se vê forçada a casar com o elegante e surpreendente Jaime, da qual nasce uma forte e inesquecível história de amor. O segundo volume, A Libélula Presa no Âmbar (da qual não existe post de opinião), viaja entre França e Escócia, relevando as intrigadas e jogos de poder da corte francesa e as relações tensas entre escocês e britânicos que provocará a trágica batalha de Culloden. É, no decorrer desta batalha, que Claire, grávida, julgará Jaime morto e, temendo pela sua vida e pela do filho, uma vez que é considerada bruxa, regressará ao seu tempo. Porém, Jaime não morreu e esse é o mote para este terceiro livro...

 

A Viajante inicia-se com o relato de Jaime e a forma como sobrevive, embora sem nunca o desejaracreditando que perdeu Claire e o filho, e todas as aventuras e desventuras que vive. No mesmo tempo, em pleno século XX, Claire e Brianne, a filha de Jaime, na companhia de um jovem historiador, compreendem que o escocês não morreu na batalha de Culloden e iniciam buscas pelo seu paradeiro, descobrindo-o a viver sob o nome de Alexander em Edimburgo. Assim, Claire, decide regressar ao círculo das pedras e tentar reencontra-se com Jaime. A viagem de regresso ao passado será marcada por mais intrigas, reencontros, drama e aventuras, levando o casal a fugir para as terras do Novo Mundo.

 

A saga Outlander é marcada pelo romance e História, assim como pelos valores da amizade e espírito de companheirismo, mas é igualmente uma história recheada de suspense, intriga, mistério e morte. Diana Gabaldon é, para mim, das melhores escritoras do género, com dons de escrita e criatividade invejáveis. Não sou muito dada, confesso, a sagas mas esta, Outlander, é impossível não se amar ou se deixar render. Outlander possui qualquer coisa que não nos deixa indiferentes... talvez seja pela arrebatadora história de amor de Jaime e Claire, pela forma como partes da História real se misturam com detalhes ficcionais, talvez seja pela escrita simples e cativante ou por misturar vários géneros - romance, história, mistério, drama, acção - num só, mas foi-me impossível deixar.me ficar pelo primeiro livro. Embora eu não conheça grandes detalhes da História do século XVIII, em particular, da Escócia, creio que os três livros foram extremamente bem trabalhados, não esquecendo pormenores históricos que elevam a saga a níveis superiores e os transformam... até porque, cada livro, possui muito acima das quinhentas páginas. Digo-o mais uma vez: Outlander era, caso eu tivesse os dotes poderosos de Diana Gabaldon, os livros que eu adorava escrever.

 

A Libélula Presa no Âmbar, o segundo volume, foi dos três que já li da saga aquele que menos apreciei e foram os detalhes sangrento da batalha de Culloden que me levaram a não o apreciar tanto; a autora desenvolveu, para mim, em muitas páginas a batalha, perdendo-se em detalhes pouco significativos. Nas Asas do Tempo, o primeiro volume, é o meu preferido, até à data, precisamente por ser o primeiro. Quanto a este terceiro volume, A Viajante, alguém me disse (não sei se foi A Rapariga do Autocarro ou uma amiga minha) que o considerava o mais confuso da saga mas, para mim, revelou-me detalhes que não cheguei a compreender no passado - a louca Gellis, por exemplo - e foi tão bom quanto o primeiro. Confesso que estou em pulgas de curiosidade para ler o quarto que, Os Tambores do Outono, pela sinopse, parece ser relatado na perspectiva da filha de Claire e Jaime, Brianne. Terei de esperar por uma boa promoção ou que o Pai Natal seja generoso...

 

Avaliações (de um a cinco) dos três livros que já li da saga Outlander:

| Nas Asas do Tempo: 5*

| A Libélula Presa no Âmbar: 4*

| A Viajante: 5*

02
Nov18

Leituras do ano de 2018.

O ano de dois mil e dezoito ainda não terminou mas eu decidi fazer uma lista dos livros que li até à presente data, sem qualquer ordem de preferência ou de tempo:

| Nas Asas do Tempo de Diana Gabaldon (livro 1 da saga Outlander) (opinião)

| Uma Prece ao Mar de Khaled Hosseini

| Uma Vida Muito Boa de J. K. Rowling (opinião)

| Uma Questão de Classes de Joanne Harris

| Todos Devemos Ser Feministas de Chimamanda Ngozi Adichie

| Os Passageiros do Tempo de Alexandra Bracken

| A Libélula Presa no Âmbar (livro 2 da saga Outlander)

| Diz-lhe Que Não da Helena Magalhães (opinião)

| A Improbabilidade do Amor de Hannah Rothschild

| Louca de Chloé Esposito

| Vitória - A Jovem Rainha de Daisy Goodwin

| Antes de Sermos Vossos de Lisa Wingate 

| A Sereia de Brigton de Dorothy Koomson

| As Flores Perdidas de Alice Hart de Holly Ringland (opinião)

| Uma Mulher em Fuga de Lesley Pearse

| Para Lá do Inverno de Isabel Allande

| Isabel de Aragão de Isabel Stilwell

| O Desaparecimento de Stephaine Mailler de Joel Dicker

| A Sociedade Literária da Tarte de Casca de Batata de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows (opinião)

| O Coração de Simon Contra o Mundo de Becky Albertalli

| A Guerra Que Salvou a Minha Vida de Kimberly Brubaker Bradley

| Afinal as Feministas Até Gostam de Homens de Patrícia Motta Veiga

| Os Meninos Que Enganavam os Nazis de Joseph Joffo (opinião)

| O Dia Em Que Te Perdi de Lesley Pearse

Poucos foram os que consegui deixar a minha opinião aqui no blogue, seja por falta de tempo, inspiração ou bloqueio, embora e por norma, a lista fosse actualizada no goodreads. Este ano, porém, nem isso... a lista dos livros deste ano no goodreads não é actualizada provavelmente desde o primeiro livro que conclui este ano. Era, naquela rede social, uma forma de controlar as leituras apesar de nem sempre conseguir escrever a minha opinião sobre um livro no blogue.

 

Culpa da mudança de trabalho, este ano andei mais desligada das todas as redes sociais e, por consequência, dei por mim a tentar perceber quais foram as minhas leituras de dois mil e dezoito. Não foram muitos mas, com a lista de cima, consigo perceber que:

- li vinte e quatro livros até hoje;

- o volume de livros que li neste ano, contrariamente ao que pensava, é muito similar ao de outros anos - embora existem livros muito pequeninos, com menos de cem páginas;

- demoro mais de duas ou três semanas a ler um livro - independentemente do tamanho; os dois primeiros da saga Outlander demoraram mais de um mês cada um a ler, apesar de adorar o género e a escritora;

- talvez não seja pior ideia andar mais vezes com um caderno na mala ou no automóvel de modo a anotar ideias e detalhes de cada livro, bem como de temas para o blogue;

- leio muito poucos livros escritos por homens;

- tenho uma predilecção pelos romances históricos, nomeadamente, os que envolvem a II Guerra Mundial - pelo menos três envolvem esta temática e vários outros são de épocas históricas;

- a saga Outlander tornou-se uma das minhas favoritas, porque envolve tudo o que eu gosto - mistério, romance, história, suspense, etc.

 

Por outro lado, abandonei cerca três livros no decorrer deste ano porque não consegui criar vínculo com a escrita, história e personagens ou, porque simplesmente sinto que ainda não é o momento ideal para os ler, são eles:

 

| Anne Karenina de Liev Tolstói - comecei a ler e embora estivesse a gostar, senti que aquele não era o momento ideal, que preciso de o ler numa fase em que esteja totalmente calma e concentrada, por exemplo, em férias;

| Pássaros Feridos de Colleen McCullough - não me consegui ligar às personagens e considerei a narrativa muito lenta e demorada;

| A Amiga Genial de Elena Ferrante - quase o conclui, fique a umas cento e cinquenta páginas do fim, forcei-me a ler-lo pelas críticas tão positivas e maravilhosas sobre ele mas achei-o tão aborrecido e sem graça... uma desilusão. Ou não era a altura ou eu não lhe captei a essência... simplesmente, comigo não funcionou.

 

Apesar de faltarem menos de sessenta dias para o final do ano e de eu provavelmente ainda conseguir entre dois a quatro livros até lá, aqui fica a lista de livros lidos até Novembro. Actualmente, ando a ler este:

 

20181102_111315.jpg

 

Quanto aos meus preferidos do ano e até à presente data, igualmente sem qualquer ordem de preferência:

| os três da saga Outlander da Diane Gabaldon

| Para Lá do Inverno de Isabel Allande

| A Sereia de Brigton de Dorothy Koomson

| As Flores Perdidas de Alice Hart de Holly Ringland (opinião)

| O Desaparecimento de Stephaine Mailler de Joel Dicker

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