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Um Mar de Pensamentos

... nasce do desejo inconstante de partilhar um pouco de mim e do que sou numa espécie de diário. Resumo-me em: Maria, 32 anos, signo gémeos, amante de livros, sonhadora, romântica, dramática q.b., viciada em chocolates.

Um Mar de Pensamentos

... nasce do desejo inconstante de partilhar um pouco de mim e do que sou numa espécie de diário. Resumo-me em: Maria, 32 anos, signo gémeos, amante de livros, sonhadora, romântica, dramática q.b., viciada em chocolates.

Try,

 

Waiting a second

Why should you care

What they think of you

When you're all alone

By yourself

Do you like you?

 

(...)

Take your make up off

Let your hair down

Take a breath

Look into the mirror at yourself

Don't you like you?

'Cause I like you

 

Try,

Colbie Caillat

Si aún te quieras quedar,

Mas se puderes ficar o tempo dirá

Se puderes ficar, fica hoje por favor

Eu juro dar-te mais uma razão

Eu, como já o referi no passado, sou suspeita e gosto imenso de música cantada em espanhola. Sou, igualmente, uma das muitas meninas que acompanhou o inicio e os progressos do menino bonito de cabelos encaracolados. Por isso, foi com grande entusiasmo e expectativa que ouvi o dueto de David Bisbal com Cuca Ruseta na final de Rising Star. O resultado é um dueto lindíssimo e tocante, para ouvir e uma e outra vez.
(Bisbal, un besito para ti también, cariño!)

Inspira-me 4 | Música em modo aleatório

Sou apaixonada por músicas latinas. 

Pouco importa o país de origem ou se conheço o cantor ou cantora, o importante é que me entre no ouvido e me faça desejar levantar da cadeira para dançar... e, volta e meia, pareço uma maluquinha ao som de uma qualquer música latina. Ritmo, letra, batida e a forma como o corpo e a mente reagem à música são essenciais. O facto de ter nascido num país onde predominam os ritmos quentes e mexidos, independentemente dos anos de vida que lá passei e de, durante muitos anos, o meu pai colocar sempre músicas espanholas e latinas no rádio cá de casa, influenciaram a minha cultura musical. Considero-me uma pessoa com um gosto diversificado mas, sobretudo, de fases: ora escuto fado, ora pimba, ora pop ou somente músicas portuguesas ou espanholas ou italianas ou, até, francesas... o que me apetecer mediante o meu estado de alma e mais me agradar ao ouvido. E, principalmente, não me considero uma inculta musical só porque pop e latino são dos meus géneros musicais preferidos (como o meu ex fazia questão de referir)

Ora, colocado tudo em pratos limpos, quis o Sapo Blog saber que música tocaria no nosso telemóvel uma vez colocado em modo aleatório. No meu samsung, a música que toca em primeiro lugar e no modo aleatório é,

 

Como Le Gusta A Tu Cuerpo,

Carlos Vives com Michel Teló

 

seguramente uma das mais mexidas da minha lista. Gosto desta combinação que descobri no Spotify - onde, aliás, descubro imensas músicas de diversos géneros. 

O brasileiro Michel Teló juntou-se ao colombiano Carlos Vives e o resultado musical está à vista numa música mexida, vibrante, alegre, bem disposta e caliente. O videoclip despertou-me a vontade de conhecer as praias colombianas (e eu que não gosto de praia). Não conhecia o Carlos mas, rapidamente, percebi que gosto das suas músicas e já várias delas fazem parte do meu reportório musical. 

Podem apelidar-me do que quiserem mas, para mim, tudo o que seja música latina é, certamente, apreciado e muito bem recebido... e, é claro, também existem músicas latinas que nada me dizem nem gosto (embora em menor número). A minha irmã, por exemplo, não gosto deste género musical: diz que não sei o que é boa música e que não passam de músicas pimbas cantadas em língua espanhola. Enfim, gostos são gostos... e  fases, também. 

Pretty hurts.

Nem todas as músicas nos tocam da mesma forma. Umas nos tocam mais do que outras, outras embora gostemos não nos dizem nada. Tudo depende do momento em que as ouvimos, do nosso estado de alma, da forma como nos toca. E, nem sempre precisamos de entender a língua para entendermos o refrão. 

Nunca fui muito boa com o inglês mas depressa entendi o quão me dizia esta música...

A beleza dói. A beleza cansa. A beleza irrita. A perfeição é uma constante imperfeição.

Quantos de nós já não se deixaram ir abaixo com um comentário, mesmo que sem intenção, sobre o nosso aspecto físico? Quantos de nós, em algum momento, não se consideraram donos de uma má beleza? Quantos de nós, ainda hoje, não procuram a perfeição do corpo?

A beleza é sinónimo de dor. Somos educados para um estereótipo de beleza e de perfeição que machuca no corpo e na alma,

 

Mama said, you're a pretty girl

What's in your head it doesn't matter

Brush your hair, fix your teeth

What you wear is all that matters

(...)

Vogue says

Thinner is better

 

Dirão que não agradamos a gregos e a troianos. Dirão que aquilo que é feio para mim, para outro será belo. Dirão que nunca se atingirá a perfeição. Mas, pergunto, quem nunca chorou ou pensou que não seria suficientemente bonito ao olhar de outrem? Pergunto, quantos de nós nunca invejaram a perfeição que julgamos ver no corpo de outro alguém? 

 

Ain't got no doctor or therapeutic that can take the pain away

The pain's inside

And nobody frees you from your body

It's the soul that needs surgery

It's my soul that needs surgery

 

A perfeição não existe, bem o sei, mas todos, de uma maneira ou de outra, procuramos alcançar uma beleza perfeita. Fica a pergunta,

 

When you'r alone all by yourself

And you're lying in your bed

Reflection stares right into you

Are you happy with yourself?