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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

26
Ago18

Eu ainda sou do tempo...

Eu ainda sou do tempo em que o acesso à internet era limitado e lento, um serviço que não estava ao alcance financeiro de muitos, e sou igualmente do tempo em que o telemóvel era o luxo de uma minoria da população. Sou do tempo - e sinto-me como se já tivesse noventa anos - em que os contactos pessoais de amigos e familiares eram guardados em cadernos ou agendas específicas e em que recorrer à internet só era possível na escola, quando a sorte nos batia à porta e encontrávamos um computador vago, ou na biblioteca num curto espaço de tempo. Eu ainda sou do tempo em que procurar determinados serviços, como fotógrafo ou mecânico, se recorria aos conhecimento de vizinhos, familiares e amigos ou, na pior das hipóteses, às Páginas Amarelas - o livro dos números - um calhamaço onde constavam números de todo o país. A última vez que recebi esta gigantesca bíblia amarela foi há uns três ou quatro anos, limitando-se à zona do Minho e Trás-os-Montes. Sou do tempo em que encontrar um profissional para um determinado serviço era um processo demorado e lento, entre tentativas e erros, recorrendo ao conhecimentos das Páginas Amarelas e de pessoas que conheciam X ou Y, bons naquilo. 

 

Porém, nos dias que correm, todos nós temos acesso a telemóveis que em qualquer local nos permitem consultar o amigo google e encontrar o profissional que precisamos. Podemos recorrer a amigos e familiares mas, quando se trata de um serviço mais especifico, é na internet que nos auxiliamos. Para facilitar todo este processo, a Fixando - ou Páginas Amarelas da internet - reuniu pessoas e serviços das áreas mais diversificadas, consoante a localização, numa plataforma onde, mediante a respostas de algumas questões, sugere cinco profissionais para apreciação do requerente. Portanto, a ideia é...

 

fixando-logo.png

 

Facilitar o processo de contratação de serviços locais! A Fixando apresenta até 5 propostas de profissionais em 48h, em mais de 1200 categorias de serviços disponíveis. Para os profissionais da região, pequenos empresários e freelancers, a Fixando é a ferramenta privilegiada para a angariação de mais clientes e aumento do volume de negócios. 

 

Para contratar um novo serviço, o utilizador deve aceder a www.fixando.pt e indicar qual o serviço que pretende contratar, preenchendo de seguida um rápido formulário.  
Todos os pedidos são validados pela equipa da Fixando que, de seguida, os divulga junto dos profissionais registados, dentro da sua área profissional e raio de acção (km). Cabe ao profissional decidir se responde ou não ao pedido e, se o fizer, poderá enviar um orçamento e mensagem personalizada, gastando entre 2 a 3 créditos. 
Por fim, o cliente vê e compara as propostas recebidas (num máximo de 5), bem como os perfis dos profissionais, seleccionando o que considera mais adequado para o protejo em questão.  
 
Como garantimos a idoneidade dos nossos profissionais: 
 
Todos os nossos profissionais podem ser avaliados pelos seus clientes na nossa plataforma. Assim, sempre que um profissional recebe uma avaliação negativa fica automaticamente com esse registo visível no seu perfil para que futuros clientes possam ter acesso a esse feedback. 
 
Uma vez que somos uma plataforma de contratação de serviços, onde apenas é estabelecida a ponte entre a procura de um serviço e a respectiva oferta, torna-se impossível fazer o controlo do serviço que posteriormente será prestado. Depois do profissional ser contratado por um cliente na nossa plataforma, todo o processo passa a ser gerido unicamente pelos dois. Assim, o único papel que podemos ter é dar a conhecer as avaliações dos profissionais a futuros clientes, para que possam fazer escolhas conscientes e acertadas. 
 
Não usei, todavia, os serviços da Fixando porque geralmente o meu pai ou o meu namorado conhecem sempre alguém indicado para os serviços que mais necessito, como mecânico. Porém, aqui fica a sugestão para quem, porventura, procure um profissional numa determinada área.
 
___

Fui contactada, recentemente, pela Fixando para escrever um post sobre eles. O meu blogue é uma espécie de diário pessoal, onde os livros e a leitura possuem um papel importante e preponderante naquilo que sou e no que escrevo. Portanto, quando me iniciei neste universo, em 2014, nunca tive como objectivo ou propósito torna-lo parceiro de X ou Y. Este post foi o primeiro que fiz do género, e não vi mal em divulgar uma plataforma que, quem sabe, poderá ser útil a alguém ou até a mim mesma, num futuro. A menos que, no entretanto, alguma editora de livros ou marca de produtos/roupa/calçado me contacte para ser parceira, este poderá ser o primeiro e o último do género... mas nunca digas nunca nem fecho portas a nada. Porque, no fundo, o blogue sobre mim e as minhas leituras e não um espaço para vender ou divulgar outros. 
22
Ago18

50 Questões Literárias.

O meu dia de hoje, mais um dia de trabalho, foi um pouco estranho e surreal, daqueles que merecia ser apagado do diário da existência. Foi todo ele feito a correr e inigualável... em mais um dia quente de verão. Por isso, e depois de já me ter dedicado à leitura, apetece-me desanuviar e aventura nas respostas de um desafio literário que encontrei no fantástico universo da google. 

 

O desafio consiste em responder a cinquenta questões sobre leitura e livros, inspirando no blogue brasileiro Cinco Garotas Exemplares, e começa assim...

 

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01. O último livro que li: O Coração de Simon Contra o Mundo.

 

02. Foi uma boa ou má leitura? Foi uma leitura muito boa e sobre a qual quero escrever em breve.

 

03. O que fez dele uma boa (ou má) leitura? É um livro centrado na peripécia de descobrir quem somos e do que gostamos na adolescência, onde temas sensíveis como a sexualidade e o bullying são abordados, numa escrita leve e comovente. 

 

04. Recomendaria-o a outra pessoa? Sim, definitivamente sim.

 

05. Com que frequência lês? Regularmente, embora não tanto quanto gostaria.

 

06. Gostas de ler? É provavelmente a minha paixão maior.

 

07. Último livro mau que li: Este ano, confesso que tenho tido sorte nas leituras porque, até ao dia, não me vi forçada a abandonar nenhum livro. Quando um livro não me agrada, embora lhe dê uma ou duas oportunidades, simplesmente abandono a leitura. A lista de livros que quero ler é infinita e não posso nem quero perder tempo com livros que, depois de cem páginas, não me cativa.

 

08. O que te faz não gostar de um livro? O enredo, as personagens, a escrita...

 

09. Gostarias de ser escritora? Sim, confesso que sim, mas não acredito que tenha talento ou criatividade para tal.

 

10. Um livro que influenciou a sua vida? A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón foi o livro que me levou a gostar cada vez mais de ler, devolvendo-me à essência dos livros e da leitura.

 

11. (alterei a questão porque desconheço o género a que se referem) Lês literatura erótica? Não.

 

12. Escreverias um romance erótico? Não.

 

13. Livro favorito? Um, só um?! Tenho imensos! Bom, resumindo-me a um: A Sombra do Vento.

 

14. Livro que menos gostei? Todos os que deixei a leitura a meio... portanto, uns dez livros. O Circo dos Sonhos, A Noite de Todas as Almas, O Homem Que Perseguia o Tempo, A Rapariga Que Inventou um Sonho ou A Solidão dos Números Primos são alguns dos exemplos. 

 

15. Livros físicos ou e-books? Livros físicos, definitivamente. 

 

16. Onde aprendeste a ler e/ou quem te ensinou as primeiras letras: Segundo a minha mãe, quem me ensinou a ler foi uma vizinha, psicóloga infantil com quem eu passava muitas horas.

 

17. Livro favorito na infância? Os livros da saga Detective Maravilhas e Uma Aventura.

 

18. Série de livros favorita? O Cemitério dos Livros Esquecidos de Carlos Ruiz Zafón e a saga mais famosa de sempre, Harry Potter.

 

20. Escritor/a favorito/a: É impossível escolher um. Cada escritor/a possui uma forma de escrever que os torna únicos e distintos. Carlos Ruiz Zafón, Jodi Picoult, Joel Dicker, Lesley Pearse, Khaled Hosseini e Jojo Moyes são dos meus escritores favoritos.

 

21. Personagem favorito: Daniel e Femin de Carlos Ruiz Zafón, o trio Harry-Hermione-Ron e mais recentemente, Jamie da saga Outlander mas, muitos outros ficaram de fora.

 

22. Algum livro já te transportou para outro lugar? Sim, imensos. Quase todos os livros, excepto os que abandonei, possuem esse efeito em mim.

 

23. Livro que gostaria que tivesse uma sequência? A Sociedade Literária da Tarte da Casca de Batata porque muito ficou por contar sobre a personagem da Elizabeth.

 

24. Livro que não necessitava de uma sequência? Confesso que não me recordo de nenhum.

 

25. Quanto tempo levas a ler um livro? Depende de muitos factores: do quanto o livro me cative numa fase inicial, da minha disposição para ler naquela semana, do tamanho do livro, do trabalho e das horas que chego a casa... em média, umas duas a três semanas.

 

26. Gostas quando um livro é adaptado ao cinema? É-me indiferente. Não tenho o hábito de assistir a muitos filmes - mas que gostaria de mudar - por isso é algo que não me diz muito...

 

27. Livro arruinado pela adaptação ao cinema? Não me recordo de um livro adaptado a filme ao qual tenha assistido e que não tenha gostado.

 

28. Filme que fez justiça ao livro? A Culpa é das Estrelas de John Green.

 

29. Lês jornais? Esporadicamente.

 

30. Lês revistas? Raramente.

 

31. Preferes jornais ou revistas? Jornais.

 

32. Costumas ler na cama? Sim, com regularidade.

 

33. Lês no banheiro? Não.

 

34. Lês no automóvel ou no autocarro? É raro ler no autocarro porque, desde que tenho o meu próprio automóvel, deixei de usar com tanta frequência os transportes públicos. No automóvel depende de quem vai a conduzir.

 

35. (alterei a questão relativamente à tag original por não fazer qualquer sentido) Costumas ler na praia? Sim.

 

36. Costumas ler em jardins públicos ou cafés? Mais em cafés do que em jardins públicos.

 

37. Lês rápido ou devagar? Intermédio. 

 

38. Local favorito para ler: Na minha cama.

 

39. É difícil concentrar-se durante a leitura? Modo geral, não... mas também depende do ambiente em redor porque se for um espaço muito barulhento não me consigo concentrar e acabo por me distrair.

 

40. Precisas de silêncio total para ler? Não. Gosto de ler ao som da minha música.

 

41. Quem lhe transmitiu o amor pela leitura? O Zafón? A vizinha psicóloga infantil da minha infância? Na minha família ninguém lê, ou seja, este foi um amor que adquiri por mim.

 

42. Próxima leitura? Não sei. 

 

43. (questão que sofreu alteração) Leitura actual: A Libélula Presa no Âmbar de Diana Gabaldon e Afinal As Feministas Também Gostam de Homens de Patrícia Motta Veiga são as minhas leituras presentes - o último porque, tendo em conta o tamanho do primeiro, não me permite andar com ele para todo o lado.

 

44. Escritor/a favorito na infância? Maria do Rosário Pedreira da saga Detective Maravilhas.

 

45. Escritor/a que gostaria de entrevistar: Ver a resposta número 20. Definitivamente, todos eles... porque eleger um é impossível.

 

46. Escritor/a que daria um excelente amigo/a? Questão número 20... não consigo nem quero escolher um.

 

47. Livro que releu mais vezes? A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón e Para a Minha Irmã de Jodi Picoult, duas vezes cada um deles.

 

48. Escritor/a clássico favorito/a? Jane Austen.

 

49. Livros que deveriam ser indicados na escola? O Coração de Simon Contra o Mundo, Milagre de R. J. Palacio, A Menina Que Fazia Nevar de Grace McCleen, Eu Malala de Malala Yousafzai, Eleanor & Park de Rainbow Rowell e Memórias de Um Amigo Imaginário de Matthew Dicks.

 

50. Livros que deveriam ser banidos da escola? Qualquer livro sobre matemática... ou, bom, qualquer livro que promova a violência, o racismo, o preconceito ou o ódio. 

 

21
Ago18

Confesso que...

Confesso que não consigo confiar totalmente em pessoas que dizem não gostar de chocolates ou de livros.

 

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O problema é que em minha casa, excepto eu, ninguém aprecia loucamente chocolate ou um livro...

13
Ago18

Experiência profissional.

Não é a primeira vez que escrevo sobre este tema mas preciso de o voltar a fazer porque, quem sabe, não consensualize alguém desse lado do ecrã ou simplesmente porque é algo que me revolta e irrita profundamente.  

 

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Candidatei-me, recentemente, a uma vaga para a área de Recursos Humanos e à qual, mais uma vez, não fui aceite. Não sendo licenciada na área dos Recursos Humanos, a minha área de formação não me desqualificava para a vaga a que me candidatava e, embora nunca tenha trabalhado quer na minha quer naquela à qual apresentei CV, realizei estágios de três meses em ambas, o que me dá alguma noção sobre as duas. Bem sei que os Recursos Humanos são muito mais do que seleccionar e recrutar, entrevistar e realizar processamentos de salários, são necessários outros conhecimentos que nem a minha formação académica nem a minha experiência profissional traduzem mas se a oportunidade nunca surgir dificilmente conseguirei envergar pela área... Irrita-me saber que passei os meus últimos sete anos a tentar candidatar-me a vagas de estágio/emprego na minha área ou similares, como os Recursos Humanos, e jamais me tenha sido dada a oportunidade de mostrar quem sou e o que valho. Como é que alguém pode dizer se possui ou não o perfil indicado para a vaga se aquela pessoa nunca teve a oportunidade de aprender e viver aquela profissão? Ou, como quando se exige experiência para uma vaga que deveria ser de aprendizagem, como é o caso dos estágio... e eu só precisava da oportunidade e de alguém que me ensinasse e me deixasse aprender. 

 

Recordo-me da técnica de Recursos Humanos com quem realizei estágio: ela não tinha qualquer formação académica, possuía o 12.º ano e, no entanto, os mais de dez anos em que trabalhava na área e o primeiro emprego nos Ctt davam-lhe o poder que eu ou qualquer outro candidato não possuíamos... mesmo com licenciatura ou mestrado. E tudo porque alguém, no passado, acreditou que ela tinha competências para fazer aquilo ou simplesmente porque o diploma não lhe era exigido. Parece que, hoje em dia, quem recruta se esquece de que também eles começaram do zero, entre erros e tentativas, porque alguém acreditou neles. 

 

Os sete anos que separam o fim do meu mestrado do presente talvez sejam o indicador de que chegou a altura de pensar em mudar: em, quem sabe, estudar novamente noutra qualquer área ou simplesmente desistir de continuar a tentar. Já não tenho idade para as incertezas de um estágio e parece que as empresas cada vez menos querem ensinar quem nunca teve oportunidade de aprender. 

09
Ago18

A Sociedade Literária da Tarte da Casca de Batata de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows.

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 A Sociedade Literária da Tarte da Casca de Batata de Mary Ann Shaffer e Annie Barrows relata, por intermédio de diversas cartas, as aventuras da jovem Juliet Ashton no Londres do fim da II Guerra Mundial. Juliet é escritora que, com o final da guerra, se vê obrigada a enfrentar as feridas deixadas pelos bombardeamentos de Londres, o bloqueio que não lhe permite escrever e o desejo que não reconhece em conhecer um homem que partilhe o amor pela escrita e pelos livros. É no meio desta desordem que, surpreendentemente, Juliet recebe a carta do senhor Dawsey Adams, residente na ilha britânica de Guersney, sobre um livro que outrora lhe pertencerá. Curiosa por natureza, a jovem escritora iniciará uma troca de correspondência com os fascinantes membros da sociedade literária de Guersney, descobrindo a forma como cada um deles viveu a II Guerra Mundial.

 

O livro de Shaffer e Barrows é um dos mais cativante e comovente que li este ano. Confesso que inicialmente, não foi fácil abraçar a leitura por se tratarem de cartas e por considerar a narrativa dos acontecimentos um pouco lenta - talvez, as primeiras vinte páginas - mas, assim que consegui, o livro lê-se por si. Apesar dos meus entraves, a escrita é suave e envolvente e leva-nos a crer que aquelas cartas se dirigem a nós, oferecendo-nos a oportunidade de vestir a pele de Juliet e de querer conhecer pessoalmente cada um dos membros de Guersney. A Elizabeth foi, definitivamente, a personagem que mais me apaixonou e aquela que considero que merecia um livro só dela porque tanto ficou por contar... e, quem leu este livro certamente compreenderá a minha opinião. Diverti-me imenso com a Isola e as travessuras da pequena Kitty. 

 

A Sociedade Literária da Tarte da Casca de Batata é um livro que nos transmite lições de vida inesquecíveis, como o poder inigualável da amizade verdadeira, a importância dos livros, a luta pela sobrevivência, o significado da palavra 'vizinho/a' e valor do amor. Uma leitura que recomendo a qualquer curioso sobre a II Guerra Mundial.

 

Ler bons livros arruína a nossa capacidade de ler livros maus. 

 

Avaliação (de um a cinco): 4* 

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