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Um Mar de Pensamentos

... nasce do desejo inconstante de partilhar um pouco de mim e do que sou numa espécie de diário. Resumo-me em: Maria, 32 anos, signo gémeos, amante de livros, sonhadora, romântica, dramática q.b., viciada em chocolates.

Um Mar de Pensamentos

... nasce do desejo inconstante de partilhar um pouco de mim e do que sou numa espécie de diário. Resumo-me em: Maria, 32 anos, signo gémeos, amante de livros, sonhadora, romântica, dramática q.b., viciada em chocolates.

Sobre o gravíssimo fanatismo... do meu irmão.

Domingo. Final de dia. Regresso a casa depois de visitar a família. Rádio ligado num jogo de futebol. Quando perguntei ao meu irmão porque raio estavamos a ouvir o relato do jogo de equipas que nada nos dizem, reproduz-se o seguinte diálogo,

 

- É que eu quero que o União da Madeira suba de divisão.
- Porquê?
- Ah é que joga lá um gajo emprestado pelo Sporting!
- Só podes estar a gozar comigo... é que só podes mesmo estar a gozar, meu! Tu bates mal... muito mal!
 
E, portanto, este é o meu irmão. É, nestes momentos, que acredito piamente que o rapaz foi trocado na maternidade, adoptado ou um extraterrestre. 
 
 

Dia Vinte e Seis. Personagem(ens) literária que gostaria de conhecer.

E, tal como ontem, dificilmente, escolheria apenas uma personagem... porém, as que eleitas foram ou são pessoas reais.

 

D. Maria II

D. Maria II - Tudo Por Um Reino

Isabel Stilwell

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Mary Broad

Nunca Me Esqueças

Lesley Pearse

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Inès Suarez

Inès da Minha Alma

Isabel Allende

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 O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

Dia Vinte e Cinco. Personagem(ens) literária favorita.

Escolher uma personagem literária favorita, tal como, escolher o livro favorito, um livro inspirador, uma citação ou o livro que espelhe a nossa vida é, definitivamente, impossível. Contemplo a minha estante como se admira-se o final do dia. Observo-a, estudo. Passo os dedos pelas lombas dos livros. Retiro-os do lugar e folheio-os. Um e outro, em busca de uma personagem favorita. Retomam o seu lugar e confirmo as suspeitas, tal como diversas vezes aconteceu, ao longo do desafio literário, jamais conseguiria escolher apenas uma e somente uma personagem favorita...

 

Harry Potter Hermione Granger

Harry Potter

J. K. Rowling

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Kamryn Matika

A Filha da Minha Melhor Amiga

Dorothy Koomson

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Mary Broad

Nunca Me Esqueças

Lesley Pearse

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Miriam e Laila

Mil Sóis Resplandecentes

Khaled Hosseini

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Liesel Meminger Max

A Rapariga Que Roubava Livros

Markus Zusak

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Daniel Sempere e David Martín

A Sombra do Vento O Jogo do Anjo

Carlos Ruiz Zafón

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 O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

Para ti,

... que moras no futuro, uma carta para que me possas compreender.

 

Não te conheço. Não sei quem és. Não sei onde te encontrar. Imagino-te. Não sei o teu nome, mas quero acreditar que o conheço. Não sei qual será a cor dos teus olhos, mas imagino-os profundos. Não sei quais os teus sonhos, gostos ou caminhos que trilhastes mas, gosto de pensar que te conheço. Imagino-te. Sonho-te. Decifro-te. Não sei quem serás, tu que moras no futuro e, quiçá, já nos cruzado no passado, nos caminhos da vida. Dizem, li algures por aí, que todos nós nos cruzamos com os nossos amores (e amigos) muito antes de os caminhos se enlaçarem e se descobrirem, em alguma fase da vida embora, poucos o consigam provar, poucos se recordem, poucos o saibam. Gosto de pensar nisto... transmite-me força e esperanças.

 

No dia em que os nossos caminhos se enlaçarem, se de facto estivermos destinado, teremos um longo caminho a percorrer. Não te conheço mas, sobre mim, digo-te que sou um mundo de confusões. Provavelmente, no dia em que a vida nos colocar frente a frente, nem darei por ti... tenho a certa que não darei. Vou achar sempre que és demasiado para mim e que eu, para ti, sou demasiado... feia, gorda e nada para te ter comigo. O meu coração é demasiado estúpido para acreditar que também merece beber dessa alegria do amor de que todos falam. Terás de ter paciência, decifrar-me e não desistir. Quero que saibas que nunca tive muita sorte no campo amoroso e, quando certa vez me deixei apaixonar (ou me deixei iludir por uma paixão), julguei que seria para sempre. Imaginei mil e uma coisas, mil e umas frustrações e em mil e um bocadinhos me desfiz. Não será fácil para ti, para mim, mas preciso que me mostres o que queres de mim e por nós lutes.

 

Sou um mundo de confusões e, embora te sonhe e deseje, certamente que não darei por ti. Gosto de pensar que sou confiante, transmitir o sentimento de mulher independente, de ideias fixas mas, no fundo, não sou sou nada disto. Não sou confiante ou independente, derreto-me num abraço. Não sou tão gelada nem desconfiada como procuro mostrar. Na verdade, tu saberás como decifrar-me. Não sou tão teimosa nem tão mau feitio como todos dizem ou, de personalidade forte. Gosto de fingir que o sou para evitar que me voltem a magoar. Sou, no fundo e em verdade, ingénua, carente de um abraço teu, solitária e de fraca auto-estima mas, tu saberás como fazer revelar o meu verdadeiro eu. 

 

Gosto do silêncio, livros, chocolates, mar, observar, praias solitárias, escrever e descobrir. 

 

Não esperes que core num primeiro elogio. Provavelmente acreditarei que brincas comigo. Não esperes que compreenda um olhar. Provavelmente nem darei por ele. Não esperes que entenda certos planos. Provavelmente mostrar-me-ei inocente. Não esperes que eu acredite verdadeiramente em ti quando afirmares que gostas de mim ou sentes algo por mim... não esperes que seja fácil, porque sou demasiado eu para ser simples.

 

Não serei fácil e não te farei mil e umas promessas que não saberei, no agora, se serei capaz de cumprir. Não me faças promessas, não gosto delas. Não me abandones à primeira incerteza ou falha. Sonha-me. Decifra-me. Imagina-me. E, em mim vives todos os dias... falta, somente, que o destino nos cruze nos caminhos do futuro amor. 

 

Não sei quem és, onde estás ou como és e, no entanto, sonho-te, imagino-te e a ti escrevo estás palavras... uma carta ao meu futuro namorado. 

 

Demoras muito? Preciso de ti.

 

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*(a Just Smile desafiou-me a escrever uma carta àquele que te ama ou àquele que te vai amar...

eis a minha carta ao meu futuro namorado)