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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Dia Trinta e Oito. Livro(s) para os dias solarengos.


M*

07.06.15

E, para os dias de sol, selecciono livros de leitura leve...

 

A Culpa É Das Estrelas

John Green

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Memórias de Um Amigo Imaginário

Matthew Dicks

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 Quando Éramos Mentirosos

E. Lockhart

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Anna e o Beijo Francês

Stephanie Perkins

 

A Todos Os Rapazes Que Amei

 Jenny Han

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Quando Estiveres Triste, Sonha

Elizabeth Berg

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A Melodia do Amor

Lesley Pearse

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Eleanor & Park

Rainbow Rowell

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  O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

Dia Vinte e Nove. Personagem(ens) literária com a qual trocaria de lugar.


M*

29.05.15

Budo

Memórias de Um Amigo Imaginário

Matthew Dicks

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Candence Sinclair

Quando Éramos Mentirosos

E. Lockhart

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Kitty Heaney

Quando Estiveres Triste, Sonha

Elisabeth Berg

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Kamryn Matika

A Filha da Minha Melhor Amiga

Dorothy Koomson

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Anna Oliphant

Anna e o Beijo Francês

Stephanie Perkins

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Pari

E As Montanhas Ecoaram

Khaled Hosseini

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Armanoush

A Bastarda de Istambul

Elif Shafak

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Daniel Sempere e David Martín

A Sombra do Vento O Jogo do Anjo

Carlos Ruiz Zafón

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 O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

Dia Vinte. Melhor(es) citação. Diálogo.


M*

20.05.15

Escolher apenas um diálogo como citação favorita é exactamente o mesmo que me pedirem para escolher apenas um livro como favorito... impossível. Não é, não dá, nem quero escolher apenas um diálogo. A escolha não é fácil e, portanto, após reflexão, estudo dos livros onde recordo ter assinalado frases, bem como escritos aqui, eis a minha lista de diálogos favoritos...

 

Anna e o Beijo Francês

Stephanie Perkins 

Ele sorri e apaga a luz. Deitamo-nos e é completamente, totalmente, absolutamente estranho. Como de costume. Vou para a ponta da cama. Ambos estamos hirtos e temos cuidado para não tocarmos um no outro. Devo ser masoquista para me colocar nestas situações. Preciso de ajuda. Preciso de um psiquiatra ou de ser trancada numa cela acolchoada ou enfiar uma camisa de forças ou qualquer coisa.

Após o que parece ser uma eternidade, St. Clair respira profundamente e muda de posição. A sua perna encosta-se à minha e eu recuo.

- Desculpa - diz ele.

- Tudo bem.

- ...

- ...

- Anna?

- Sim?

- Obrigada por me deixares dormir aqui outra vez. A noite passada...

A pressão dentro do meu peito é torturante. O quê? O quê? O quê? O quê?

- Havia tanto tempo que não dormia tão bem.

O quarto está em silêncio. Depois de algum tempo, viro-me de novo. Devagar estico a perna até que o meu pé toca no seu tornozelo. A inspiração é abrupta. E então sorrio porque sei que ele não pode ver o meu rosto na escuridão.

 

O Principezinho

Antoine de Saint-Exupéry

- Um dia eu vi o sol se pôr quarenta e três vezes!

E um pouco mais tarde acrescentaste:

- Quando a gente está triste demais, gosta do pôr-do-sol...

- Estavas tão triste assim no dia dos quarenta e três?

Mas o principezinho não respondeu.

 

 

A Bastarda de Istambul

Elif Shafak

- Comprei alguns livros novos - disse animada, o rosto radiante.

- Livros!? Ela voltou a dizer "livros"? - gritou uma voz familiar, do interior da casa.

(...)

- Sim, eu disse "livros" - respondeu Armanoush, pondo a mochila no ombro enquanto entrava na sala de estar espaçosa.

(...) 

- As raparigas da tua idade estão, regra geral, ocupadas a embelezarem-se. Não precisas disso, é claro, mas, se leres e leres e leres, onde é que vais acabar?

- Sabes, tiazinha, ao contrário do que acontece nos filmes, não há palavras a piscar e a dizerem FIM no final dos livros. Quando acabo de ler um livro, não sinto que terminei alguma coisa. Por isso, começo a ler outro.

 

A Menina Que Fazia Nevar

Grace McCleen

O irmão Michaels respirou fundo. Depois, disse: 

- Judith, acho que te posso dizer com toda a certeza que não te vai acontecer nada antes de amanhã.

- Como é que sabe?

- Aquilo que estás a enfrentar é apenas medo - disse ele. - Não que o medo seja algo simples; o medo é o mais traiçoeiro de todos os inimigos. Mas acontecem-nos coisas boas, se o enfrentarmos.

- Não sei como é que alguma coisa boa pode surgir disto - repliquei. 

- Então, começa a olhar para as coisas de uma maneira diferente. Quando olhamos para as coisas de outro ponto de vista, é espantoso como problemas que pensávamos não ter solução desaparecem completamente. 

 

Mil Sóis Resplandecentes

Khaled Hosseini

Para além da aldeia, para além do rio e dos regatos, Laila avistou montanhas, escalvadas e de um castanho-pó, e para além dessas, como para além de todas as coisas no Afeganistão, erguia-se o topo coroado de neve do Hindu Kush.

E por cima de tudo aquilo o céu, de um azul perfeito, imaculado.

- Que silêncio - murmurou Laila. Via ovelhas e cavalos minúsculos mas não conseguia ouvi-los balir nem relinchar.

- É isso que eu sempre recordo aqui de cima - concordou o Babi. - O silêncio. A paz. Quis que vocês sentissem isto. Mas também quis que vissem o património cultural do vosso país, meus filhos, que conhecessem o seu rico passado. Sabem, há coisas que eu posso ensinar-vos. Outras vocês aprendem em livros. Mas há coisas que, bem, têm de ser vistas sentidas.

 

A Sombra do Vento

Carlos Ruiz Zafón

- É verdade que nunca leste nenhum destes livros?

- Os livros são aborrecidos.

- Os livros são espelhos: só se vê neles o que as pessoas tem dentro - replicou Julián. 

___ 

- Lembra-se do Julián Carax, Jacinta?

- Lembro-me do dia em que a Penélope me disse que se ia casar com ele...

Femín e eu olhámo-nos, atómicos.

- Casar-se? Quando foi isso, Jacinta?

- No dia que a viu pela primeira vez. Tinha treze anos e não sabia quem era nem como se chamava.

- Como sabia então que se ia casa com ele?

- Porque o tinha visto. Em sonhos.

 

D. Maria II - Tudo Por Um Reino

Isabel Stilwell

- A minha mãe morreu, senhora D. Maria Francisca?

- Só morre, minha querida filha, quem não vive no coração daqueles que a amam - soluçou a marquesa de Aguiar, abraçando-a com força.

Maria limpou as lágrimas com as costas da mão e disse, entre soluços:

- No meu, nunca vai morrer, no meu nunca vai morrer.

___

- O imperador é um homem de uma sinceridade única, e a essa sinceridade genuína tiro o chapéu. A senhora D. Maria Francisca acha possível amar duas mulheres ao mesmo tempo, digo amar de facto?

(...)

- Não sei, senhor embaixador, talvez seja possível, o coração tem espaço para muita gente, mas do que tenho a certeza é que quando amar uma mulher magoa tão profundamente outra, aquela que se assumiu perante Deus e os homens, e mesmo assim se continua a manter a relação como se nada fosse, então não, não acho que seja amor por duas mulheres, mas amor acima de tudo por si próprio

 

Dispara, Eu Já Estou Morto

Julia Navarro

- Não seríamos homens se não sentíssemos dor e raiva com o que aconteceu. Todos sofremos.

- Sim, nós também tivemos muitos feridos.

- Nós... vocês... Porque é que falamos assim, Mohamed? Quem são vocês? Quem somos nós? Por acaso não somos os mesmos que sempre fomos? Em que é que isso nos diferencia?

- Nós somos árabes, vocês judeus, outros são cristãos...

- E então? A quem é que importa o Deus a que reza cada um? E o que acontece com aqueles, como eu, que não rezam? - Samuel olhava para os olhos de Mohamed.

- Eu ouço-te falar e penso como tu, mas depois, quando vou lá para fora, vejo que as coisas são diferentes, que nós, homens, somos diferentes.

- Diferentes? Não me parece que sejamos diferentes. Todos temos duas mãos, dois pés, uma cabeça... Todos nascemos de uma mãe. Todos sentimos medo, amor, ódio, ingratidão, ciúmes... Quem é que te diz que somos diferentes? Ninguém é mais nem melhor do que os outros.

- Nisso estás enganado, alguns homens são melhores do que outros Samuel. O meu pai era um deles.

- Sim, tens razão, alguns homens são bons.

___

- Tivemos sorte - disse Katia.

- Não foi sorte, é Deus que nos protege - garantiu a irmã Marie-Madeleine.

- E porque é que Deus não protege sempre todos aqueles que precisam? Sabe, irmã, quantas crianças perderam os seus pais e quantos pais perderam os seus filhos? Diga-me, porque é que Deus permite esta guerra? Se somos todos seus filhos, tal como a senhora não deixa de repetir, porque é que permite que nós, seus filhos, pelo facto de sermos judeus, sejamos perseguidos há séculos? - Dalida tinha levantado a voz. Há algum tempo que tinha deixado de ver a mão de Deus. A irmã Marie-Madeleine também não tinha resposta.

 

O Jogo do Anjo

Carlos Ruiz Zafón

Ergui o olhar para a imensidão do labirinto. 

- Como se escolhe só um livro entre tantos?

Isaac encolheu os ombros.

- Há quem prefira acreditar que é o livro que nos escolhe a nós... o destino, por assim dizer.

___

- Por onde quer que comece?

- O narrador é você. Só lhe peço que me diga a verdade.

- Não sei qual é.

- A verdade é aquilo que dói.

 

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 O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

 

 

Dia Oito. Livro(s) tão mau que consegue ser bom.


M*

08.05.15

Finalmente, ao oitavo dia, encontro uma pergunta à qual, nem um livro, apenas um, me surge na memória como resposta. De um modo geral, nos dias anteriores, procurei restringir as minhas respostas ao máximo de seis livros mas, definitivamente, nesta questão, tenho imensas dificuldades em escolher um livro... ou porque, de facto, o considerei muito bom ou porque, mesmo que não tenha sido bom, não era realmente mau ou, por fim, porque decididamente não gostei dele. Creio que, provavelmente, ainda não encontrei um livro tão mau, tão mau, mas tão mau que consegue ser bom...

 

Mas, para não deixar o oitavo dia sem resposta, eis um livro que, longe de ser bom também está longe de ser mau,

 

A Todos Os Rapazes Que Amei

Jenny Han

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 Lara Jean, a jovem protagonista deste livro, é sonhadora, ingénua e doce. A todos os rapazes por quem, um dia, se apaixonou, escreveu uma carta, no total de cinco. Filha e irmã do meio de três raparigas, Lara vê-se envolvida numa enorme confusão quando, as cartas que escreveu e guardou numa caixa verde-azulada terminam nas mãos dos cinco rapazes.  (falei deste livro aqui)

 

Seleccionar este livro como resposta à questão, fez-me recordar de outro livro, mais ou menos do mesmo género,

 

Anna e o Beijo Francês

Stephanie Perkins

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 Anna é uma jovem norte-americana com planos simples para o seu último ano lectivo: divertir-se com a melhor amiga e conquistar o seu amor. Quem, porém, não concorda com estes planos é o pai, um famoso cineasta e escritor, e como tal, a jovem atravessa o oceano, até Paris, para frequentar um colégio privado francês antes de ingressar numa Universidade americana. Para a jovem Anna, a cidade nada lhe diz e a adaptação é lenta e dolorosa... até conhecer um jovem colega de colégio, por quem todas as raparigas suspiram mas que já têm namorada. Anna e o jovem tornam-se bons amigos e, entre eles, algo mais do que amizade acabava por nascer mas os dois tentam fugir desse mutuo sentimento. (falei deste livro aqui)

 

Escolhi estes dois livros por se tratarem de romances juvenis, de leitura leve, doce e absorvente, que nos relembram as primeiras paixões de adolescentes. Não são livros maus são, verdadeiramente, livros normais, recheados de clichés, cujo desenrolar e final da história rapidamente o conhecemos... todos nós, na nossa adolescência, vestimos a pele dos protagonistas destes livros. 

 

Reforço a ideia de livros leves e absorventes, cuja leitura recomendo. Não são, de todo, livros maus nem livros bons... tratam-se de romances juvenis, ingénuos e doces, que vivemos ou ambicionamos viver. 

 

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 O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

4 | Da Minha Estante...


M*

10.09.14

Os planos de Anna Oliphant são simples e comuns a qualquer adolescente: sair com a sua melhor amiga, Bridgette e conquistar o colega de trabalho. Porém, os desejos de Anna não correm como previsto quando o pai, um famoso escritor e cineasta, decide que o melhor para ela é passar o último ano antes de ingressar na universidade num colégio interno em França. Anna é, assim, obrigada a mudar-se de Atlanta, nos Estados Unidos, para Paris, uma cidade romântica e famosa, mas à qual ela pouco ou nada conhece. 

 

Eis tudo o que sei sobre França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Effiel e o Arco do Triunfo também, embora não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Luis. Também não sei o que fizeram, mas acho que têm alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá juntamente com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs - ou lá como se chamam - a cada esquina. E mímicos. A comida é alegadamente boa, as pessoas bebem muito vinho e fumam muitos cigarros. 

Ouvi dizer que não gostam de americanos e nem de ténis brancos.

 

Para Anna, a mudança não é bem aceite e adaptação à cidade e à escola difíceis... Até conhecer Étienne St. Clair, um jovem deslumbrante, pelo qual todas as meninas suspiram mas que têm namorada. Os dois tornam-se grandes amigos e, entre eles, nasce algo ao qual tentam fugir. Conseguirá Anna o seu beijo francês ou algumas coisas simplesmente estão destinadas a nunca acontecer?

 

 
Uma história deliciosa sobre as incertezas que o amor nos provoca traduzidos na celebre questão Mas, será que ele também gosta de mim?. Embora o final seja previsível, o livro prende-nos desde as primeiras páginas à última, numa escrita simples e envolvente, apimentado por surpresas. Confesso, no entanto, que em alguns momentos tive vontade de saltar para o interior das folhas do livro e dar um daqueles valentes safanões à protagonista pelo óbvio das situações... e, quantas vezes não sofremos do mesmo mal?
A história de Anna e St. Clair é mágica e capta a sensação única de se estar apaixonado. 
 
 
 
Em, Dos Meus Livros encontraram outras citações de Anna e o Beijo Francês.
 
 
 
(a versão portuguesa do livro é diferente à usada na foto mas eu, admito, prefiro a versão de capa dos nossos irmãos brasileiros)

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