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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Livros,


M*

23.04.15

a cada novo livro, nas primeiras palavras, empreende-se uma nova viagem. Livros, são mais do que capa bonita, recheado de palavras e inúmeras folhas... são, na verdade, uma viagem, uma descoberta, um país, uma personagem, uma história, um sentimento. É tudo isto sem sair do conforto de um lar ou durante uma viagem de comboio, do barulho de um café ou do som solitário de um banco de jardim. Mergulhamos nas palavras, dançamos ao ritmo de cada nova página, descobrimos novas histórias, autores, personagens. 

 

Fui, sou, serei mil e uma personagens. Ontem rainha, hoje governador, amanhã uma filha. Sem sair do lugar, do conforto meu mundo, viajei até Barcelona do século dezanove, conheço Portugal de mil novecentos e seis e, amanhã, quem sabe, vá conhecer África. Ri-o, choro, amo, vivo, sonho, canto. Sou o eu em múltiplas personagens. 

 

E, neste dia mundial do livro, comemoro-o da melhor forma... a ler. Vesti o papel de governador e viajo até S. Tomé e Príncipe, na pele de Luís Bernardo... 

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... até já e, 

 

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A ler,


M*

24.02.15

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- Não seríamos homens se não sentíssemos dor e raiva com o que aconteceu. Todos sofremos.

- Sim, nós também tivemos muitos feridos.

- Nós... vocês... Porque é que falamos assim, Mohamed? Quem são vocês? Quem somos nós? Por acaso não somos os mesmos que sempre fomos? Em que é que isso nos diferencia?

- Nós somos árabes, vocês judeus, outros são cristãos...

- E então? A quem é que importa o Deus a que reza cada um? E o que acontece com aqueles, como eu, que não rezam? - Samuel olhava para os olhos de Mohamed.

- Eu ouço-te falar e penso como tu, mas depois, quando vou lá para fora, vejo que as coisas são diferentes, que nós, homens, somos diferentes.

- Diferentes? Não me parece que sejamos diferentes. Todos temos duas mãos, dois pés, uma cabeça... Todos nascemos de uma mãe. Todos sentimos medo, amor, ódio, ingratidão, ciúmes... Quem é que te diz que somos diferentes? Ninguém é mais nem melhor do que os outros.

- Nisso estás enganado, alguns homens são melhores do que outros Samuel. O meu pai era um deles.

- Sim, tens razão, alguns homens são bons.

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Sinopse:

Um romance extraordinário sobre o conflito israelo-árabe retratando personagens inesquecíveis, cujas vidas se entrelaçam com os momentos-chave da história a partir do final do século XIX a meados do século XX, e recriando a vida em cidades emblemáticas como São Petersburgo, Paris e Jerusalém. Aqui Julia Navarro conduz o leitor através de relações duras de homens e mulheres que lutam por uma parcela de terra onde possam viver em paz.
 
* (mais informações sobre o livro em wook)

No dia dos namorados,


M*

14.02.15

nada melhor do que a companhia,

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do vento e da chuva,

da mantinha mais quente do universo,

de uma enorme tablete de chocolate,

um computador para a música,

e um bom livro... um romance, para assinalar o dia!

 

Aos enamorados, um feliz dia.

Aos solteiros, tal como eu, transformem-no num dia feliz!

3 | Hora da leitura,


M*

29.01.15

  Nunca Me Esqueças

Lesley Pearse

 

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Nunca Me Esqueças é uma viagem aos finais do século XVIII e à colonização da Austrália. Baseado no diário do capitão-tenente WatkinTrench, bem como de vários oficias e soldados da Primeira Frota e de registo da época, Pearse criou um romance sob a história verídica de Mary Broad, a filha de humildes pescadores da Cornualha, demasiado evoluída para a época e condenada à forca por roubar um chapéu. Perdoado o castigo, Mary é obrigada a embarca, juntamente com outros condenados, no primeiro navio rumo à colonização da Nova Gales do Sul (ou, se preferirem, a colónia dos condenados ingleses).

 

Pelas primeiras duzentas páginas (o livro conta com aproximadamente quatrocentas e trinta - versão normal), Nunca Me Esqueças sensibilizou-me pela relação próxima e humana que Mary estabeleceu com os indígenas, bem como de revolta e choque pelos relatos marcantes e desumanos da viagem de Mary e demais condenados e pela negligente atenção de Inglaterra para com os primeiros habitantes da colónia Nova Gales do Sul. 

 

O livro é mais do que um romance: é uma viagem pela História (para mim, desconhecida), uma singela homenagem aos oficiais, soldados e criminosos da Primeira Frota que ajudaram a colonizar a Nova Gales do Sul. Acredito que, todos eles, onde quer que estejam, certamente se orgulharam da colónia, hoje país, em que se transformou a Nova Gales do Sul, a Austrália que conhecemos. 

 

Sinopse:

Num dia…

Com um gesto apenas…

A vida de Mary mudou para sempre.

Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary – filha de humildes pescadores da Cornualha – traçou o seu destino ao roubar um chapéu.

O seu castigo: a forca.

A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo. Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido… como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.

Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse – a rainha do romance inglês – apresenta-nos Mary Broad e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.

2 | Hora da leitura com,


M*

18.01.15

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Bullying e fé, sonhos e religião, esperança e fanatismo, imaginação e amor. Um mistura curiosa e diferente.

 

 

Certa vez, alguém me falou sobre A Menina Que Fazia Nevar e quis, automaticamente, comprar e ler. Fiquei, como se costuma dizer, com a pulga atrás da orelha de tão curiosa. Não me explicaram sobre o conteúdo do livro, apenas me disseram que tinha de ler porque, apostavam que iria gostar. Não li a sinopse porque evito temas sobre fé e milagres e, verdade seja dita, ainda bem que não li. A capa, embora a fotografia não seja a mais adequada, é extremamente atraente. É, todavia, ainda cedo para dizer o que acho deste livro/mundo elaborado por Grace McCleen através de uma menina de dez anos e, assim sendo, fica a sinopse...

 

Judith McPherson é uma menina de dez anos que vive com o pai numa pequena cidade do Reino Unido. Mas entre o bullying a que é sujeita na escola e a relação distante que o pai, um homem de grande fervor religioso, tem com ela, os seus dias são bastante solitários e sombrios. É no mundo em miniatura que construiu no seu quarto que consegue encontrar algum consolo. Chama-lhe a Terra de Leite e Mel e construiu-o sobre os alicerces da fé e do encantamento. A Menina Que Fazia Nevar é uma reflexão perspicaz sobre a natureza poderosa da fé e o perigo dos fundamentalismos religiosos, e um hino à força da imaginação e do amor.

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