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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mais Um de Jojo Moyes.


M*

09.10.17

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 Jess Thomas é mãe de Tanzie e Nicky. Separada do pai das crianças, Jess faz o seu melhor, dia após dia, embora a vida nem sempre lhe seja. Sozinha, os magros rendimentos que consegue dos dois trabalhos mal chegam para pagar as despesas diárias, dificultando-lhe a possibilidade de acompanhar os filhos em crescimento. É, no entanto, uma mulher determinada e optimista, que acredita que praticando o bem o universo, cedo ou tarde, retribuirá.

 

Nicky, o enteado de Jess, é um adolescente diferente, tímido e reservado. Abandonado pela mãe e com o pai permanentemente ausente e desligado da sua vida, Nicky sente que não pertence a lado algum, sendo incapaz de exprimir o que lhe vai na alma. Sozinho, tenta fazer frente às perseguições de que é alvo na escola mas, a cada dia que passa, Nicky parece afundar-se. Tanzie, a filha de Jess, é uma menina especial. Dotada na Matemática, a sua área favorita, Tanzie anseia pela oportunidade de crescer e brilhar. Porém, as dificuldades financeiras da família impossibilitam-na de alcançar o seu sonho... 

 

Quando a possibilidade de mudar o rumo catastrófico da família se afigura, Jess não hesita, abraçando-a sem medir consequências. É a perspectiva de mudar o destino de todos que leva Jess a tropeçar no caminho de Ed Nicholls. 

 

Ed Nicholls é um homem abraços com graves problemas na justiça e um passado difícil. Ele sabe o que é a solidão e quer ajudar os membros da família Thomas. 

 

Uma aventura inesperada em que os quatro elementos - na verdade, cinco, contando com Norman, o cão da família - embarcam e que mudará a vida de todos os protagonistas.

 

Um Mais Um é um romance delicioso e cativante, onde temas delicados são abordados com mestria e sensibilidade. Uma família caótica, desajustada e honesta que poderia muito bem ser o retrato de uma família real. Jojo Moyes dá voz, em cada novo capítulo, a cada um dos protagonistas revelando sentimentos e pensamentos sobre o que vivem. Uma escrita ligeira e cativante, cada personagem mostra-nos porque é que imporrtante nunca desistir de lutar e sonhar. Um livro capaz de nos roubar lágrimas...

 

___

Sinopse:

Uma mãe por conta própria
Jess Thomas faz o seu melhor, dia após dia. É difícil lutar sozinha.
E, por vezes, assume riscos que não devia. Apenas porque tem de ser…

Uma família caótica
Tanzie, a filha de Jess, é uma criança dotada e brilhante a lidar com números, mas sem apoio nunca terá oportunidade de se revelar.
Nicky, enteado de Jess, é um adolescente reservado, que não consegue sozinho fazer frente às perseguições de que é alvo na escola.
Por vezes, Jess sente que os filhos se estão a afundar…

Um desconhecido atraente
Ed Nicholls entra nas suas vidas. Ele é um homem com um passado complicado que foge desesperado de um futuro incerto. Ed sabe o que é a solidão. E quer ajudá-los…

Uma história de amor inesperada
Um mais um - A fórmula da felicidade é um romance cativante e original sobre duas pessoas que se encontram em circunstâncias difíceis.

 

Título: Um Mais Um - A Fórmula da Felicidade

Título Original: The One Plus One
Autora: Jojo Moyes

ISBN: 9789720030023

Edição ou reimpressão: Agosto de 2017

Editor: Porto Editora

Idioma: Português

Páginas: 424

A felicidade é ...


M*

07.05.16

... saber que as minhas palavras constaram na reedição de um dos meus livros favoritos de todo o sempre! 

 

Captura de ecrã 2016-05-6, às 22.05.08.png

 

A Porto Editora diz que gostou muito da minha crítica literária a Viver Depois de Ti de Jojo Moyes e, como tal, as minhas palavras constaram na reedição do livro, a sair em breve, desta feita com os protagonista do filme como capa. 

 

Confesso, poucos livros me abalaram tanto quanto este (...) Um livro capaz de me fazer reflectir sobre as minhas próprias escolhas... desejar largar tudo e viver tão intensamente como as personagens nos incentivam. 

 

A informação chegou-me ontem, durante a tarde, por intermédio de um assessor de comunicação e, bom, vocês nem imaginam a minha felicidade e surpresa a ler o email. Fui inundada por um misto de felicidade e orgulho... e tinha mesmo de o partilhar convosco!

 

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(capa do livro | cartaz do filme) 

 

Um livro que me diz tanto, uma leitura inesquecível, uma narrativa poderosa e reflexiva... e as minhas palavras neste livro que eu tanto adoro. Recomendo, mil vezes, a leitura deste livro. 

 

Obrigado Porto Editora!

Livros na mesa de cabeceira.


M*

17.08.15

Três. O verão é, para muitos, tempo de férias, descanso e calma. Para mim, que trabalho nesta altura num café, é tempo de confusão, cansaço e cabeça feita num oito. Isto reflecte-se e provoca moças na leitura... acabam por ficar um bocadinho arrumadas. A verdade é que vou lendo mas procuro evitar todo o género de livros grandes, com conteúdo histórico ou histórias pesadas. No fundo, aproveito para ler exactamente aquilo que o verão das mil confusões me pede: leituras leves. Porém, comigo não foi isso que acontece, simplesmente porque a ansia e a curiosidade sobre um determinado livro é elevada ou a desilução com outro nos obriga a parar, e neste momento tenho três livros na minha mesa de cabeceira...

 

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Três livros na minha mesa de cabeceira é, segundo dizem na minha terra, a conta que deus fez. Ou, no fundo, sejam apenas dois livros. O primeiro livro que se encontra à semanas a requerer a minha atenção é O Retrato da Mãe de Hitler do escritor português Domingos Amaral.

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O livro foi-me emprestado pela Magda, do blogue StoneArt. Tenho como política ler o que não é meu e devolver assim que a leitura termine mas, porém, o certo é que o livro anda à dias, semanas, na mesa de cabeceira sem que lhe toque. O Retrato da Mãe de Hitler tinha tudo para ser um belo romance histórico, clarificando a posição de Portugal de Salazar face ao fim da II Grande Guerra e dos nazis alemães que usaram o país como rota de fuga. Todavia, o livro fica aquém das expectativas: diálogos pobres e improváveis entre neto e avô, abundância de relatos sobre sexo e abordagem fraca às aventuras e desventuras do nazi que guardava os tesouros de Hitler, incluindo o retrato de Klare, a mãe de Adolf. Li, de Domingos Amaral, Quando Lisboa Tremeu, romance histórico sobre o terramoto de 1755, e na época gostei da forma simples, clara e fluida como escrevia, bem como no que considerei tratar-se de um excelente trabalho de pesquisa. Porém, este segundo livro que leio dele revelou-se uma total desilusão... e, no entanto, poderia dar-se o caso de a desilusão se dar em virtude de não ter lido o primeiro volume Enquanto Salazar Dormia, mas o segundo livro claramente, pela prodigiosa capacidade de recordação do avô Jack, dispensa a leitura do primeiro. Não gosto de deixar livros inacabados mas, quando sinto necessidade de saltar frases ou páginas à frente, dificilmente conseguirei terminar o livro. Iniciei a leitura a dezasseis de julho e, todavia, até à presente data, não o voltei a folhear, lendo e vivendo outras aventuras literárias... sinceramente, nem sei se o voltarei a esta leitura nem sinto necessidade de o fazer. 

 

Na semana passada, a dia treze, comecei a ler O Tempo Entre Costuras da espanhola María Dueñas.

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É, tal como o anterior mencionado, um romance histórico passado entre terras espanholas, marroquinas e portuguesas, costurado sob o pano da Guerra Civil Espanhola e de uma Madrid que apoia a Alemanha Nazi da II Grande Guerra, dos enclaves de Tânger e Tetuán, e uma Lisboa que ainda não conheci. O Tempo Entre Costuras era daqueles livros que queria ler à muito tempo... mais ou menos desde que o meu irmão me falou na série que ele gostava de acompanhar. O livro foi adaptado a série por um canal espanhol, em 2013, e o meu irmão foi-lhe fiel seguidor. Portanto, desde essa altura que desejava ler o livro... e o entusiasmo cresceu quando li criticas positivas noutros blogues, e de entre elas a da JustSmile, sobre o livro. Não se trata, todavia e na minha  opinião, de um livro carregado de aspectos históricos. O Tempo Entre Costuras conta com o seu qb de detalhes históricos, não se tornando maçudo, numa escrita cuidada mas clara e fluida. Acabei por abandona-lo um pouco, essencialmente, porque me sinto cansada e sem me conseguir entregar devidamente à sua leitura. É uma leitura que merece tempo e dedicação e enquanto os dias cansativos se mantiverem, dificilmente serei capaz de me lhe dedicar o tempo que realmente merece. A curiosidade sobre o livro levou a melhor, à muito que o ansiava ler e o inevitável aconteceu... não consegui deixar para uma altura mais calma, sendo obrigada a uma pequena pausa. O Tempo Entre Costuras é, sem dúvidas, um romance histórico que vale a pena ser lido.

 

Por fim, recentemente, a catorze, optei por dar inicio à leitura de Arroz de Palma do brasileiro Francisco Azevedo.

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É, um livro pequeno, com cerca de trezentas páginas, capítulos pequenos e fáceis de ler, duas a três páginas, escritas numa mistura entre o português de Portugal e o português do Brasil. Arroz de Palma fala sobre família, a complexidade de um século na vida de uma família brasileira com sangue português, um prato de elaboração complexa... sim, Arroz de Palma é daqueles livros com sabores e cheiros, misturando culinária com sentimentos diversos. Não posso dizer que estou a adorar, uma vez que ainda estou muito no início, não ultrapassei as primeiras cinquenta páginas mas, posso afirmar que já me ri com as personagens e desentendimentos... 

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