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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 28 anos*

Um Mar de Pensamentos

Qua | 30.12.15

Piropos.

M*
A última semana do ano de dois mil e quinze é marcada pela polémica em torno do piropo. A minha opinião é simples: sou a favor da criminalização. Porém, o ponto essencial a reter é, por toda a polémica gerada em torno da criminalização do piropo, a sua aprovação já valeu a pena e demonstra a sua importância. Por outro lado, é um alerta para a questão do assédio na rua às mulheres - e que, contrariamente aos inúmeros comentários por esta internet fora, atingem miúdas (...)
Dom | 08.11.15

Caetana.

M*
Conheci uma miúda com este nome... e não é a filha de uma famosa. Juro que não compreendo a necessidade de os pais colocarem nomes tão esquisitos aos filhos ou seguirem modas. Será que se lembram que depois da fase criança, passam à idade adulta e que o nome escolhido os acompanhará para todo o sempre? Caetana faz-me lembrar uma marca de automóveis. Os pais desta optaram por aderir à moda dos nomes esquisitos. 
Sex | 16.10.15

Por falar em política,

M*
também tenho algo a dizer. Não é que a minha opinião seja qualquer coisa de relevante. Quem julga que vou escrever uma espécie de tese sobre o actual estado da política portuguesa, aconselho a parar precisamente agora a leitura.   A verdade é que eu nunca gostei de política. Fugi, na faculdade, sempre de disciplinas orientadas para a política ou leccionadas por professores demasiado politizados. A política é daqueles temas que, a par do futebol, evito debater. O único plano (...)
Qui | 17.09.15

Portugal, um país culturalmente caro.

M*
Um livro, uma ida ao teatro, uma entrada de museu, um bilhete de cinema são, em Portugal, caros e inacessíveis à maioria das carteiras. Portugal é um país culturalmente caro. E, atrevo-me a acrescentar, um país pobre. Uma ida ao teatro, um bilhete de cinema ou um concerto de música clássica não é extensível a todo o país. Quem mora, como eu, numa pequena vila no Norte de Portugal dificilmente, para evitar escrever nunca, o consegue alcançar. A cultura ficasse pelas cidades (...)