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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

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37 | Coisas de blogger... O melhor de 2015.


M*

29.12.15

A Just Smile desafiou-me a responder a um desafio sobre o melhor de dois mil e quinze. O desafio, como o nome indica, consiste e estás são as regras, em: 

   | fazer o top três de cada item;

   | substituir um dos itens iniciais por um outro à escolha, criado por vocês;

   | desafiar três blogues para continuar o desafio.

 

Conhecidas as regras do desafio o melhor de dois mil e quinze é hora de conhecer o meu top três em categorias diversas...

 

2015kkk.jpg

 

   | As 3 melhores músicas de 2015...

Let It Go de James Bay

Tu e Eu de Diogo Piçarra

Ecos de Amor de Jesse & Joy

 

   | As 3 melhores séries de 2015...

Não acompanho, à excepção d' A Guerra dos Tronos, qualquer outra série. O fim do wareztuga ditou a morte às séries... na verdade eu nunca fui dada a séries mas, antes do encerramento daquele site, ia acompanhando uma ou outra série, sendo elas, Duas Raparigas nas Lonas e My Fat Mad Diary. A primeira, Duas Raparigas nas Lonas, fiquei-me pela quarta temporada e desinteressei-me pela série; a segunda felizmente, mesmo após o encerramento do wareztuga, consegui concluir a série. Retomando o tópico, as três melhores séries do ano são:
A Guerra dos Tronos

My Fat Mad Diary

Mentes Criminosas - não acompanho as temporadas mas, sempre que me a apanho no AXN fico colada à série.

 

   | Os 3 melhores filmes de 2015...

Não frequento salas de cinema. A primeira razão prende-se com o facto de a sala de cinema mais próxima ficar a uns trinta quilómetros e, a segunda, com o preço elevado dos bilhetes de cinema. Porém, ainda assim, consegui visualizar algumas estreias e o meu top três de filmes são:

Samba

Ocho Apellidos Catalanes / Namoro à Espanhola

Still Alice / O Meu Nome é Alice

 

   | Os 3 momentos mais altos de 2015...

É um bocadinho triste escrever isto mas, confesso, não me é fácil identificar os três mais altos momentos do meu ano... o meu ano foi bastante normal e deprimente. Mas, num pequeno exercício de memória...

A amizade que prevalece e dura, apesar da distância, colmata com pequenas viagens às amigas e, por fim, conhecer a pequena Joaninha, filha de uma amiga da escola secundária.

O meu irmão, a celebração amor e a luta pelo crescimento.

E... por aqui me fico.

 

   | As 3 maiores mudanças da tua vida em 2015...

Uma das mudanças mais significativas do meu ano foi, com a saída do meu irmão de casa e da zona onde moramos, fui obrigada a conduzir com mais regularidade visto que o tinha a ele. Não gosto de conduzir, no entanto, o facto de ele já não estar tão presente exigiu mais de mim e isso levou-me a mudar a forma como encaro a condução. Por outro lado, a saída do meu irmão de casa alterou um pouco a dinâmica e as relações... O desemprego mantém-se... ou seja, poucas mudanças.

 

   | As 3 concretizações de 2015 que não foram cumpridas...

Actividade física regular.

Trabalhar.

Sair de casa.

 

A Just Smile, nas suas respostas, optou por identificar o top dos três melhores livros do ano. Uma vez que eu já identifiquei o meu top doze de melhores livros de dois mil e quinze e sendo-me difícil reduzir a lista para meramente três, opto por substituir esta categoria por:

 

   | Os 3 acontecimentos (nacionais ou internacionais) que considero mais marcantes de 2015...

A crise dos refugiados na Europa, bem como os atentados.

A adopção de crianças por casais homossexuais em Portugal (e não só... mas, por cá, é um passo gigante).

A mudança na política venezuelana. 

 

Para finalizar o desafio, as três seleccionadas para responderem às questões anteriores são... as últimas três  meninas que comentaram no blogue,

| Helena do blogue Diz Que Helena

| Carolina do blogue Gesto, Olhar e Sorriso 

| Nathy do blogue Desabafos da Nathy.

Doze livros de dois mil e quinze.


M*

28.12.15

Dois mil e quinze, por diversos motivos, revelou-se um ano produtivo a nível de leituras. Li, contabilizado no Goodreads, cinquenta e cinco livros. A minha meta pessoal, segundo outros aspectos - porque a vida não se limita a livros -, era de vinte livros. Não leio para atingir metas ou completar desafios, leio pelo prazer de ler, pela companhia que me proporcionam. Não me canso de repetir e de o mencionar aqui que, para mim, livros são essenciais para o meu bem-estar, uma droga saudável, universos que conheço sem abandonar a vida real.

 

Mas... deixemos o blablabla, e falemos do que realmente importa: o meu top doze de melhores livros do ano.  

 

A ideia era publicar esta lista no início do próximo ano quando, de facto, dois mil e quinze tivesse terminado e não corresse o risco de encontrar um livro para acrescentar à lista depois da sua publicação. Porém, a verdade é que não pretendo iniciar nenhum novo livro antes do início de dois mil e dezasseis. Porquê? Simples: estou à espera de dois novos livros para a minha estante e que talvez só cheguem nos primeiros dias de Janeiro, dos quais um aguardo com enorme ansiedade e será a primeira leitura do ano que se avizinha - Guia Astrológico Para Corações Partidos (Sílvia Zucca), o tal que me está a deixar morta de curiosidade, e Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa (Judith Kerr) - e, por fim, porque ainda não terminei os dois livros de contos, em língua espanhola, da saga A Seleção. É, portanto, com toda a segurança que posso publicar o meu top doze de melhores livros de dois mil e quinze. Não existe ordem de preferência; os livros apresentam-se pela ordem em que foram lidos...

 

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Top 12 dos Melhores Livros de 2015

 

 A Menina Que Fazia Nevar de Grace McCleen

 O Menino de Cabul de Khaled Hosseini

 Nunca Me Esqueças de Lesley Pearse

A Bibliotecária de Auschwitz de Antonio G. Iturbe

Perguntem a Sarah Gross de João Pinto Coelho

 Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa 

Jane Eyre de Charlotte Brontë

 Orgulho e Preconceito de Jane Austen

Viver Depois de Ti de Jojo Moyes

 A Contadora de Histórias de Jodi Picoult

saga A Seleção - A Seleção, A Elite e A Escolha (aguardo pela publicação, em Portugal, de A Herdeira) - de Kiera Cass

O Rapaz Que Venceu Salazar de Jacinto F. Matias

 

O ano que termina foi rico e variado em leituras: descobri os romances históricos de Lesley Pearse, aventurei-me na distopia de Kiera Cass, arrisquei nos clássicos, li mais escritores portugueses e três dos meus livros favoritos do ano relacionam-se com a temática da II Guerra Mundial (4, 5 e 10). Cada um destes livros tornou-se inesquecível pela forma como me cativou e empolgou na leitura. Livros que recomendo... sem hesitações, acreditando na energia das suas personagens e no poder da história por forma a cativar quem os lê.

 

Desejo, para o meu dois mil e dezasseis, novas e inúmeras aventuras e ser capaz de manter o ritmo da leitura... os restantes desejos guardo-os para mim. 

 

Para conhecerem os cinquenta e cinco livros que li em dois mil e quinze podem consultar a minha página no goodreads ou no facebook do blogue.

Coisas boas dos blogues... II.


M*

25.12.15

Os clube nasceu algures nos primeiros dias deste ano. Livros... é o amor pelos livros que caracteriza os elementos do imprevisível clube. Os primeiros emails (se a memória não me falha) trocados pelos quatro membros foi sobre livros. Foi a paixão pelas letras, personagens mil e histórias distintas, que uniu estas quatro pistogas e, com ela, está amizade mantida em trocas de mil e uns emails. O Clube das Pistogas Que Lêem, nome tão estranho e comprido, é a prova de que as amizades podem nascer de um blogue e manter-se à distância física de um email, alimentadas por bocadinhos do dia-a-dia, pequenas coisas que acontecem, pedaços de cada um dos seus elementos. A Magda, do StoneArtPortugal, a Nathy, do Desabafos da Nathy, e a Sofia, do blogue Sofia Margarida, inundam-me a caixa de email do blogue com mil e uma mensagens, perdendo-me no meio da confusão de palavras, tornando-se mais do que companheiras de leitura.

 

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 (adorei o mocho e o porta-mensagens com a frase "Ler é... ganhar asas para o mundo!", três doces pais natais de chocolate, uma bolsinha com um colar inicial M e o postal de Natal)

 

A Nathy surpreendeu-me com este miminho doce de Natal. Um presente que chegou no dia certo... pequenas coisas que me encheram, novamente, de alegria e tornaram, deste, um Natal especial. Uma mensagem que me comoveu... e me roubou as palavras. Um gesto simples que significa muito. O melhor do meu ano é este cantinho e quem do outro lado me acompanha e tanto carinho demonstra pelo testamentos que escrevo, este clube de pistogas apaixonadas por livros que tão especiais. Que dois mil e dezasseis seja um ano repleto de emails, livros e diversas leituras conjuntas.

O ano em que descobri as distopias.


M*

20.12.15

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Nunca me considerei fã de universos fantasiados. Preferia - sempre preferi - romances históricos, histórias bibliográficas ou livros que relatassem romances inspirados em vivências. Um pequeno toque de magia era o suficiente. O universo Harry Potter foi a minha única excepção - da qual permaneço fã. Evitei, sem saber exactamente o porquê, tudo o que terminava em 'ias', distopias, utopias, fantasias, portanto, tudo o que fosse impossível de acontecer na vida real. Talvez, porque, precisava de ler histórias que, no fundo, se assemelhassem à vida real, na qual me pudesse rever em distintas situações, com finais felizes, contrariamente a universos improváveis, fantasiados, irreais... ou talvez não fosse nada disto. A verdade é que não sei nem tão pouco encontrar um motivo para, durante anos, ter evitado o universo das distopias. O ano de dois mil e cinco, porém, revelou-se um ano de muitas leituras - mais de cinquenta livros lidos - e de novas descobertas literárias... as distopias. 

 

É, antes de continuar, importante esclarecer o significado de distopia. Por distopia entende-se como uma

Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressivaassustadora ou totalitáriapor oposição à utopia.

(in Dicionário Priberam)

 

Ouvi falar imenso da saga literária de Kiera Cass - blogues, canais de youtube, redes sociais literárias e a novidade chegava-me do Brasil e de Espanha - a verdade é que a escritora e o título da saga à muito que me perseguiam. Nunca tive interesse em ler a sagas de distopia como Divergente ou Os Jogos da Fome. A sinopse do livro e as diversas críticas positivas nunca me cativaram. Não vi os filmes. Considerava-os demasiado sombrios. E, no entanto, a curiosidade derrubou os receios, obrigando-me a ler o primeiro livro da saga de Kiera Cass, A Seleção.

 

kiera cass.jpg

 

A Seleção de Kiera Cass - na verdade, toda a saga - deixaram-me em ressaca literária. Os livros seguintes souberam-me a pouco e, talvez por isso, tornando-se desilusões literárias - neste caso, os livros foram A Profecia de Istambul e A Solidão dos Números Primos, nos quais depositei esperanças de alivio para a minha ressaca. Quando me iniciei na descoberta de America, em A Seleção, estava longe de imaginar a ansiedade que me provocaria, lendo o primeiro livro em cerca de dois dias, e deixando-me em sofrimento pela continuação, com A Elite e A Escolha. Não me queria despedir de nenhuma das personagens. Queria mais. A necessidade de não abandonar as personagens levou-me a comprar, mesmo que em língua espanhola - via amazon.es e uma vez que não encontrava os contos completos nos sites portugueses -, dois pequenos livros de contos sobre personagens secundárias. A saga criada por Cass não terminou com A Escolha ou os livros de contos. A Herdeira é o quarto volume - e, segundo sites do Brasil, deverá existir um quinto volume - e eu estou louca por ler... contra todas as minhas primeiras expectativas.

 

Não sou fã de colecções. Não goste de esperar pelas continuações que, cedo ou tarde, acabo por perder o interesse. Mas, descobri os livros de Kiera Cass tarde e isso revelou-se uma vantagem: permitiu-me ler os três volumes seguidos, não deixar as personagens cair em esquecimento por intermédio dos contos e, em breve, dar seguimento ao quarto volume. A saga é de leitura fácil e cativante, numa escrita envolvente. A minha primeira distopia tornou-se inesquecível! 

 

Kiera Cass não foi a minha única distopia de dois mil e quinze...

 

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As Filha de Eva de Louise O' Neill, distopia sobre mulheres. O livro é, contrariamente à primeira distopia, sombria e negativa, mostrando as mulheres como objectos, nascidas unicamente para servir os interesses masculinos. A vida destas mulheres termina quando a beleza envelhece, quando deixam de ser férteis ou ultrapassam o peso ideal, sendo esta a premissa do livro... exigisse que sejam magras, perfeitas e belas. A história das filhas de eva é-nos contada por Freida, uma jovem incapaz de se considera bela, obcecada pela perfeição mas facilmente manipulável, ingénua e fraca. O destino das filhas de eva é sombrio e, quando uma delas começa a engordar, a trama toma contornos perturbáveis. Uma crítica social perspicaz, altamente recomendável.

 

Rainha Vermelha de Victoria Aveyard é, para o ano que se avizinha, a próxima distopia que pretendo ler. 

 

O ano de dois mil e quinze foi o ano em que descobri as distopias... e ainda bem! 

Coisas boas dos blogues.


M*

19.12.15

Numa manhã fria de Janeiro, à quase dois anos (falta menos de um mês), quando criei este blogue não tinha nenhum objectivo. Não ambicionava nada. Não esperava nada. Queria um espaço só meu, onde encontrasse um pouco de conforto, desabafando o que me ia na alma, os medos, as incertezas, os sonhos e as alegrias,  para quem me quisesse ler. Porém, aos poucos e poucos, o que começou por ser uma espécie de diário virtual cresceu, marcado pela minha necessidade de falar sobre livros... tudo o que lia ficava comigo e não encontrava com quem partilhar. Foi, graças a um livro, que eu não gostei mas ela sim, incentivando-me para que o relê-se, onde de simples comentários nasceu a amizade... e de gestos como estes que significam muito para mim,

 

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(um pai natal num fofo saquinho de cartão, um pequeno caderno e um postal natalício)

 

A Magda, do blogue StoneArtPortugal e StoneArtBook, presenteou-me com este pequeno miminho natalício e uma mensagem cheia de carinho. Pequenos gestos que me enchem o coração. Coisas boas que nascem na blogosfera. Obrigada Magda... e que dois mil e dezasseis seja o ano dos encontros e das conquistas. 

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