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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um livro para cada dia da semana.


M*

15.10.15

Dias da semana em livros... parece estranho? Um livro para cada dia da semana... e, porque não? A ideia é muito simples: mediante as características definidas para cada dia da semana, seleccionar um livro... ou dois, três, os necessários! Vamos brincar com os livros? Uma nova book tag...

 

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Domingo: Um livro que não queres que termine ou não quiseste que terminasse.

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O Menino de Cabul é um dos meus livros favoritos. Na verdade, todos os livros de Khaled Hosseini são especiais, inesquecíveis, favoritos; cada um deles, à sua maneira, me marcou. Não queria que está história de amizade terminasse, embora me sentisse obrigada a ler todos os dias... sofria se não lesse um pouco mais. O meu livro de domingo. Um livro que recomendo mil vezes. Uma história que, um dia, pretendo reler.

 

Segunda-feira: Um livro que tens preguiça de começar.

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Quero muito ler Palmeras En La Nieve... apesar da preguiça. Decidi comprar o livro de Luz Gabás mal descobri que um dos meus actores espanhóis favoritos, Mario Casas, assumiria um papel principal na adaptação deste livro à tela do cinema. O livro é-me cativante: um romance histórico da Espanha colonial. Porém, existem dois nãos em contra este livro: é um livro de bolso, escrito em espanhol. O preço acessível e o facto de ainda não se encontrar traduzido a português precipitaram a comprar. Por outro lado, sentia necessidade de investir um pouco mais na língua espanhola, nomeadamente, na leitura. O filme estreia em Dezembro e apesar da minha enorme curiosidade para com o livro, a verdade é que tenho arrastado a sua leitura. Um dia acontecerá.

 

Terça-feira: Um livro que te custou a ler ou leste por obrigação.

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Custou-me imenso ler Glória Mortal. Não me cativou. Não gostei, apesar da escrita fluida e de todo o mistério associado às misteriosas e violentas mortes. Senti necessidade de o abandonar logo nas primeiras páginas. O género futurista não é, de todo, o meu género...

Li-o em leitura conjunta

 

Quarta-feira: Um livro que deixaste pela metade ou estás a ler no momento. 

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Orgulho e Preconceito As Meninas Proibidas de Cabul são as minhas leituras actuais. Estou a gostar imenso do primeiro, embora exija uma leitura atenta e cuidada. Iniciei recentemente o segundo, um livro recheado de relatos de vida de meninas afegãs.

Contabilizo, desde o início do ano, quatro livros que abandonei pela metade.

 

Quinta-feira: Um livro que não recomendas.

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Não recomendo A Rapariga Que Inventou Um Sonho. É um dos livros que tentei ler este ano e abandonei a meio da leitura. Era alguma a minha curiosidade em conhecer o aclamado escritor japonês mas, talvez, por se tratar de um livro recheado de contos não me senti cativada ou tentada a terminar. O título enganou-me: não julguei que se tratassem de contos diversos. Não li, confesso, com atenção a sinopse e deixei-me levar. Provavelmente, uma escolha polémica mas, desculpem, simplesmente não gostei...

Na altura em que comprei este livro, comprei também Sono. Li algures que Haruki Murakami aprendesse a gostar; talvez Sono me cative mais do que A Rapariga Que Inventou Um Sonho.

 

Sexta-feira: Um livro que queres que chegue já à tua estante (lançamento ou compra).

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Comprei, em segunda mão e através de um grupo no facebook, Jesus Cristo Bebia Cerveja e do qual tenho uma enorme curiosidade. A sinopse e as criticas a este livro cativaram-me. Nunca li Afonso Cruz. Será, certamente, uma próxima leitura.

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Recém lançado no mercado literário português, A Contadora de Histórias é outro dos livros que estou desejosa de comprar, ler e ter na minha estante. Gosto muito da Jodi Picoult e da forma como escreve, a sinopse cativou-me e, enfim, tenho de ter brevemente este livro.

No entanto, tenho tantos, imensos, montes de livros pelos quais estou desejosa de ler e ver na minha estante... 

 

Sábado: Um livro que quiseste começar novamente assim que terminou.

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Jane Eyre tornou-se um dos meus livros favoritos. Um clássico apaixonante. Uma história inesquecível. Um livro marcante. Senti-me um enorme vazio quando terminei este livro. Queria que não terminasse... queria recomeçar. Jane Eyre será, um dia, um dos livros a reler.

 

*(tag original de Pam Gonçalves)

Dia Sete. Livro que me desiludiu.


M*

07.05.15

É curioso como, à medida que vou lendo e descobrindo novos livros, a minha - a nossa - opinião se vai alterando. Seja pela positiva ou pela negativa, a verdade é que, em algum momento, encontramos um livro que altera todas as certezas. Se, até à cerca de duas ou três semanas, esta questão me fosse colocada, não hesitaria em responder com o livro,

 

Mataram O Sidónio!

Francisco Moita Flores 

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 Comprei-o em 2012 porque, acima de tudo, se tratava de um romance de cariz histórico, em segundo, porque o Presidente da República Sidónio Pais sempre me despertou curiosidade e, por fim, porque sempre senti interesse em ler algo de Moita Flores, por quem nutro admiração em relação às crónicas policiais. Porém, talvez pela linguagem complexa e pelos termos utilizados ou pela descrição exaustiva sobre medicina legal, este livro tornou-se numa desilusão... pelo menos, até à poucas semanas atrás.

 

Dezembro de 1918. A cidade de Lisboa encontra-se a braços com a pneumónica, a epidemia mais mortífera do século XX, bem como sob efeito de ressaca da Primeira Guerra Mundial. Uma cidade marcada pela fome, miséria e sofrimento. É neste contexto que, o Presidente da República Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio. A polícia prende um suspeito que nunca foi condenado... e, eis os ingredientes que alimentam o livro de Francisco Moita Flores. 

 

Glória Mortal

J.D. Robb/Nora Roberts

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 Futurismo e policial não são, de todo, algo que aprecie. Glória Mortal é um livro que mistura os dois mundos, apimentado pelo romance entre os protagonistas, a tenente Eva Dallas e o bilionário irlandês Roarke, numa escrita leve e simples. Mas, a verdade é que, contrariamente à maioria dos leitores e às críticas mais do que positivas, não apreciei o livro nem o género literário de J. D. Robb.

 

Se, até ao passado sábado, dia dois, me tivesse questionado sobre os livros que mais me tinham desiludido, certamente que não hesitaria em responder os títulos dos livros de Francisco Moita Flores e J. D. Robb. Porém, a minha opinião mudou e, por eles, nutro uma certa simpatia a fugir para o não gosto, quando penso que comprei este livro e estou a um passinho de desistir, 

 

O Circo Dos Sonhos

Erin Morgenstern

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 É, provavelmente, uma das capas de livros mais lindas que já vi e foi exactamente a capa que me cativou. O título é apelativo e a sinopse atraente. Inclusive a organização do livro, com os capítulos separados por páginas pretas de riscas brancas, ilustrando as tendas do circo, chamou-me a atenção. Trouxe-o comigo - em promoção do dia da mãe, por uns seis euros, da note.it - na ânsia e expectativa de ser um livro surpreendente e, de facto, é-o... mas pela negativa.

 

Longe de se comparar ou fazer lembrar a saga Harry Potter, como é mencionado na contracapa do livro, O Circo dos Sonhos leva-nos a conhecer um misterioso circo itinerante que só abre à noite e chega sem qualquer aviso às cidades onde se instala. No interior das tendas de lona às listas pretas e brancas, vive-se uma experiência única e inesquecível e, quem visita o Circo dos Sonhos jamais o esquece. Porém, o circo é palco de um duelo entre dois jovens mágicos, Marco e Celia, treinados desde crianças para este fim, por capricho dos seus mestres e onde só um pode sobreviver. Apesar de tudo e sem que o conseguiam evitar, Celia e Marco mergulham de cabeça no amor...  

 

Falta qualquer coisa a este livro... Falta-lhe movimento. Falta-lhe energia. Falta-lhe algo que cative o leitor desde o início. Falta-lhe mais do que uma capa bonita, um título chamativo e uma história de amor. A minha vontade é desistir e arrumar O Circo dos Sonhos na estante. Muitas personagens, muitos detalhes, muita descrição e a ausência de algo que realmente me absorva e faça continuar... e, nem mesmo as personagens principais, Marco e Celia ou a escrita me conseguem cativar. 

 

Provavelmente ainda seja cedo demais, afinal de contas, o livro conta com perto de quinhentas páginas e eu ainda não ultrapassei as cento e oitenta mas, sinceramente, não sinto que este livro valha o esforço e caminha a passos enormes para se tornar num circo de desilusão.

 

___

 

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 O desafio literário foi-me sugerido pela Magda. A ideia é, durante quarenta e cinco dias, todos os dias, à mesma hora, falar-se sobre livros, respondendo às questões sobre o universo dos livros. O objectivo do desafio é simples: se por um lado, consiste numa de gostos e experiências sob o mundo dos livros, por outro, este desafio leva-nos-à a pensar e a reflectir sobre os livros que já lemos. Iniciado a 1 de Maio de 2015 e durante 45 dias, neste blog, falar-se-à maioritariamente de livro. Não se esqueçam de visitar a Magda e conhecer as suas escolhas literárias

Os livros do mês de Abril.


M*

06.05.15

E As Montanhas Ecoaram

Khaled Hosseini

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- É uma coisa engraçada, Markos, mas as pessoas geralmente interpretam isso ao contrário. Pensam que vivem de acordo com aquilo que querem. Mas, na realidade, o que as guia é aquilo de que têm medo.

 

E As Montanhas Ecoaram leva-nos a sentir o amor sincero entre um irmão, Abdullah e a irmã de quem sempre tomou conta após a morte da mãe de ambos, Pari. O pai de Abdullah e Pari é obrigado a separar os irmãos, vendendo Pari a um casal abastado de Cabul, Afeganistão e, desta forma, continuar a manter a restante família. A cruel escolha tomada pelo pai, deixa nas vidas de Abdullah e Pari, um enorme sentimento de vazio. Porém, a vida prossegue e é, deste modo, que descobrimos histórias paralelas e secundárias de quem, de alguma maneira, lidou com os irmãos. E As Montanhas Ecoaram fala do amor entre irmãos mas, de escolhas e decisões que, em algum momento alteram o rumo das nossas vidas e de sentimentos em relação a um país em constante guerra e destruição, Afeganistão.

 

Khaled Hosseini é, definitivamente, um mestre na arte de contar histórias, dono de uma enorme criatividade, sensibilidade e fluidez de palavras, capaz de nos levar a reflectir e a imaginar os seus cenários. A minha opinião sobre este livro, aqui.

 

Nunca Digas Adeus

Lesley Pearse

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- Penso que a maior parte de nós se apaixona sempre pelo mesmo género de pessoas - respondeu Steven. - Mesmo sabendo qual vai ser o resultado.

 

Nunca Digas Adeus é uma viagem ao coração puro da amizade. Susan e Beth são amigas desde infância, separadas pela força do destino para, vinte e nove anos depois, o caminho de ambas se cruzar pelos piores motivos. Beth é uma mulher lindíssima, uma advogada de sucesso, colocada a defender uma mulher que assassinou, a sangue-frio, duas pessoas numa clínica médica. Susan é essa mulher que, numa tarde chuvosa de Outono, matou a recepcionista e o médico. Beth e Susan mal se reconhecem mas, a força da amizade e as lembranças daquelas férias de verão é poderosa e ambas embarcam na aventura dos segredos que levaram Susan a cometer tal atrocidade.

 

Nunca Digas Adeus é muito mais do que um romance sobre a amizade. Aborda temas sensíveis, como a violência doméstica, o alcoolismo, a escravatura infantil, a perde de um filho ou a violação sexual. As personagens longe de serem perfeitas, mostram-nos o lado humano de quem encerra em si traumas e medos e, a forma como luta para os ultrapassar. Um romance sensível, humano, carregado de emoções e sentimentos. A escrita é simples, cativante, viciante. Prende-nos. A cada nova descoberta, mais segredos vamos descobrindo. O final é surpreendente. 

 

É fácil conseguir-me identificar com Susan. Baixa, roliça, bonita mas não atraente, Susan é uma mulher de fraca auto-estima com quem facilmente partilho os sentimentos sobre o corpo e o sexo oposto...

 

Lesley Pearse, com este segundo livro que leio, conquistou-me. Tornou-se, marcadamente, uma das minhas escritoras favoritas.

 

Glória Mortal

J. D. Robb

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Ele tinha o maxilar esmurrado, sangue no casaco e um brilho no olhar. Ela perguntava-se se perdera o juízo. - Estamos aqui, espancados de morte, a abandonar o local do crime onde um de nós ou ambos podíamos ter ido desta para melhor, e pedes-me em casamento?

Ele voltou a passar o braço à volta da cintura dela e puxou-a. - É a altura perfeita.

 

Glória Mortal é um policial futurista com romance à mistura. Eva Dallas é a famosa tenente da polícia de Nova Iorque, encarregue de investigar a estranha e horrível  morte de uma famosa procuradora do ministério pública daquela cidade. Porém, a esta morte, outras mortes se sucedem e, a tenente Dallas vê-se envolvida numa teia de conspirações, segredos e poder. A minha opinião sobre esta leitura pode ser lida aqui

 

Equador

Miguel Sousa Tavares

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- É difícil de responder... a vida ensinou-me que a nossa capacidade de resistência e de sofrimento é sempre maior do que supomos.

 

Equador é uma viagem às ilhas de S. Tomé e Príncipe, da escravatura, das roças e da produção de cacau do início do século XX.

 

Luís Bernardo Valença é um jovem empresário lisboeta, solteiro e dotado de humanidade e inteligência. Sob a ideia de um falso humanismo, rapidamente compreende o jogo adoptado pelas potências estrangeiras, nomeadamente a Inglaterra, que procuram eliminar a concorrência portuguesa de cacau, alegando trabalho escravo nas ilhas. Porém, a realidade nas colónias portuguesas não é distinta de outras colónias europeias e, o jovem denuncia-o. É a denúncia de Luís Bernardo que leva o rei D. Carlos a convidar o jovem Valença a assumir o cargo de governador das ilhas de S. Tomé e Príncipe com o objectivo de conhecer a realidade sobre a escravatura na ilha e convencer o cônsul enviado por Inglaterra, igualmente para verificar o mesmo facto, de que a escravatura naquela colónia portuguesa é algo do passado. 

 

Luís Bernardo não existiu mas, a escravatura e exploração negra sim. Equador é um romance sensível e inesquecível, recheado de detalhes históricos sobre a vida naquela colónia portuguesa, numa escrita absorvente e cativante.

 

E As Montanhas EcoaramNunca Digas Adeus Equador são os meus destaques para o mês de Abril (ou seja, quase todos).

15 | Na minha estante... Glória Mortal.


M*

29.04.15

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 Glória Mortal de J. D. Robb, pseudónimo de Nora Roberts, remete-nos para um cenário futurista, de crime e mistério. 

 

Eva Dallas é considera a melhor tenente da polícia de Nova Iorque. Uma mulher recheada de mistérios, ideias fixas e apaixonada. A primeira vítima, uma procuradora famosa e acarinhada, do ministério público da cidade, é encontrada num dos cantos mais estranhos da cidade, numa noite de chuva. A segunda, uma promissora actriz, no próprio apartamento. O que as ligas, para além de referências e caras conhecidas do público, é Roarke, o seu companheiro. Eva é obrigada a investigar uma longa lista de suspeitos, explorando todas as hipóteses, rumores e pistas, envolvendo homens de poder e perigo. Um livro recheado de mortes no meio televisivo, mostrando as disputas entre os diversos meios.

 

Nunca tinha lido nada de Nora Roberts/J.D. Robb. Provavelmente, nunca o teria feito se não fosse pelas meninas do clube das pistogas que lêem - composto pela Magda, Sofia e Nathy. Foram elas que deram o mote à leitura conjunta deste livro que, de outra forma, nunca teria lido. 

 

Nunca senti interesse em ler algo desta autora, embora reconheça que possui uma escrita interessante, envolvente, misteriosa. As críticas sobre a escritora norte-americana são excelentes e cativantes, sempre me falaram maravilhas sobre os livros dela mas, sempre senti desconfiança. Ler Glória Mortal serviu para confirmar as minhas suspeitas... acabei por não gostar e, bem sei que fui a única do clube a considerar penoso e de opinião negativa. A dada altura só queria desistir mas, lá consegui, rapidamente, chegar ao fim e esquecer a enorme desilusão que senti em ler J.D. Robb/Nora Roberts. Não sou apreciadora de policiais mas, apesar disso, optei por dar uma chance ao livro. O que me desiludiu foi o cenário futurista imaginado pela escritora. Glória Mortal passa-se em 2058, na era dos carros voadores, dos robôs como empregados de café e, segundo a escritora, das missas celebradas em latim. Não gostei dos cenários elaborados pela escritora embora, lhe admire e inveje a enorme criatividade para tais imaginações mas, para ler sobre um futuro tão distante e aparentemente tão pouco interessante, prefiro imaginar. O final, apesar das teias de interesses elaborada pela escritora, é um tanto ao quanto previsível.

 

Eu não gostei - desculpem meninas -, dificilmente voltarei a ler algo desta escritora mas, ainda assim, é uma leitura recomendável aos apreciadores de policiais, futurismo e suspense.

 

Glória Mortal é o segundo volume da Série Mortal de J.D. Robb/Nora Roberts; conta com mais de quarenta livros na série, cerca de quinze foram publicados em Portugal, tendo sempre como protagonistas a tenente Eva Dallas.

 

Os mortos eram a sua profissão. Vivia com eles, trabalhava com eles, estudava-os. Sonhava com eles. E porque isso não lhe parecia suficiente, num recanto profundo e secreto do seu coração, sofria por eles.

 

Hora de cuscar as opiniões dos restantes elementos do clube:

Magda, Sofia e Nathy.

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* (mais sobre o livro e a autora em Saída de Emergência)

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