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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Os filmes do mês de Fevereiro.


M*

02.03.15

 Ocho Apellidos Vascos

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 (avaliação: muito bom)

 

 Ocho Apellidos Vascos ou, em português, Namoro à Espanhola - a tradução para português, como é evidente, foge à realidade: oito apelidos bascos não só é tradição em terras de bascos com nos remete para os oito apelidos que diz ter o protagonista da história -, é uma comédia romântica como já não via à muito. Sucesso em terras de nuestros hermanos, o filme leva-nos a viajar entre a bela cidade de Sevilha e as paisagens deslumbrantes do País Basco. Ri-me do início ao fim com as atribuladas peripécias que envolvem os jovens Rafa (Dani Rovira), que nunca saiu de Sevilha e Amaia (Clara Lago), a basca com técnicas curiosas de sedução. Por outro lado, o filme reflecte os estigmas e conflitos na luta pela independência do País Basco. 

 

The Other Woman

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(avaliação: razoável)

  

A comédia romântica protagonizado por Cameron Díaz, no papel de Carly, leva-nos à viajar pelas relações extraconjugais. Quando Carly descobre que, Mark (Nikolaj Coster-Waldau), o seu namorado, afinal é casado, tenta fazer com que a sua desastrada vida pessoal regresse aos trilhos. Porém, o destino cruza-a com Kate (Leslie Mann), a esposa traída de Mark, descobrindo as fragilidades que as unem. A elas junta-se, mais tarde, Amber (Kate Upton), na vingança contra Mark, unindo as três mulheres numa amizade invulgar. 

 

Filme e argumento não são nada de especiais mas, ainda assim, é uma boa companhia para uma tarde descontraída e chuvosa de sábado.

 

O Jogo da Imitação

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(avaliação: excelente)

 

 Preciso de dizer algo sobre este filme? Simplesmente, adorei este filme! Para mim, Benedict esteve fabuloso na pele de Alan Turing, considerado o pioneiro dos computadores. 

 

O Jogo da Imitação leva-nos à Segunda Guerra Mundial e ao, até então, indecifrável código Enigma, que os nazi utilizam para comunicar os seus planos de ataque secretos. Alan e a sua equipa são os responsáveis pela sua descodificação, levando as tropas dos Aliados a vencer a Guerra. O filme inicia-se no Inverno de 1952 quando, a polícia é chamada a investigar um presumível assalto em casa de Alan, acabando por ser acusado de atentado ao pudor e, assim, se inicia este magnífico filme.

 

O Menino de Cabul

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(avaliação: muito bom)

 

 O Menino de Cabul é daquelas histórias que nunca se esquecem. Não vou escrever novamente sobre esta história porque, corro o risco de tornar repetitiva. Por conseguinte, sobre o livro, falei dele aqui e, sobre a adaptação a filme, aqui. Deixo, ainda assim e mais uma vez: primeiro leiam o livro e, só depois, com tempo e calma, vejam o filme. Acreditem em mim, o filme falham em grandes detalhes do livro.

 

3 Metros Sobre El Cielo

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(avaliação: excelente)

 

  Confesso: é a segunda vez que vejo este filme; mas, a verdade é somente esta: o filme é lindo, lindo, lindo! Mario Casas, o protagonista, é tentador e, admito, apaixonei-me: para além de excelente actor, é dono de uma beleza que não deixa nenhuma mulher indiferente. E, embora seja a segunda vez que vejo este filme, não consegui evitar umas lágrimas. Mas, sobre o filme...

 

3 Metros Sobre El Cielo baseia-se num livro de Frederico Moccia e, mais uma vez, um sucesso de bilheteiras em terras de nuestros hermanos (e, vai-se lá saber porque... já disse que é um romance lindo?!). É uma história à Romeu e Julieta dos tempos modernos. H., como é conhecida a personagem de Mario Casas, é um rapaz rebelde e impulsivo, filho de uma família modesta, que adora viver no perigo das corridas ilegais de motos. Babi (Maria Valverde) é a filha de uma família de classe alta, inocente e educada segundo valores rígidos de moralidade. Quando o destino cruza os caminhos de ambos, H. e Babi, terão de lutar contra tudo e contra todos para viverem o amor que os une. 

Filmes do mês de Janeiro.


M*

10.02.15

Nunca fui de ver muitos filmes. Porque não gosto de filmes de terror, nem violentos, nem extremamente fantasiados. Sou, aliás, como em vários aspectos de mim e dos meus dias, muito esquisita. E, verdade seja dita, não sei apreciar filmes. Sou, como dizia o meu ex-namorado quando se referia ao meu gosto musical, um tanto ou quanto comercial... quanto maior a publicidade em redor de um filme, tanto melhor e é certo que, cedo ou tarde, o irei ver. Por outro lado, não sei ver quando os filmes são de péssima produção. Quase nunca lhes noto grandes falhas. Um filme, para mim, é sempre bom desde que a história seja boa. O resto, aquelas coisas que todos notam mas que eu nunca vejo, não me interessam. Por exemplo, já li que o filme A Teoria de Tudo possui uma série de falhas mas, para mim e na minha opinião, o filme é lindo e não lhe encontro falhas nenhumas.

 

Contrariamente aos livros, os filmes nunca foram presença constante nos meus dias... e, de facto, desde que terminaram as minhas longas viagens de autocarro entre a vila onde moro e a cidade onde estudei, à um ano e alguns meses, que poucos ou nenhuns filmes vi. E, se a tudo isto acrescentarmos os factores preço e distância, por mais que me interesse um filme, não me posso dar ao luxo de o assistir numa sala de cinema... e, portanto, ou são colocados em sites online, como o warestuga, ou não os vejo - isto, é claro, se o meu interesse pelo filme não desaparecer e me lembrar do dito. 

 

Por isso, propôs-me a ver, no mínimo, cinco filmes por mês. A ideia surgiu-me depois de ver Se Eu Ficar, na noite de passagem de ano e, findado o mês de Janeiro, contei com seis filmes...  

 

Se Eu Ficar

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(avaliação: muito bom)

 

Gone Girl

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(avaliação: bom)

 

A Teoria de Tudo

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(avaliação: excelente)

 

The Grand Budapest Hotel

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(avaliação: razoável)

 

Invencível

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(avaliação: excelente)

 

 Sex Tape

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(avaliação: bom) 

 

Se Eu Ficar, A Teoria de Tudo e Invencível foram, de facto, os mais marcantes. Histórias distintas mas marcantes, cada um de um jeito diferente.

 

A história de Stephen William Hawking, em A Teoria de Tudo, sensibilizou-me e será jamais esquecida. A doença, esclerose lateral amiotrófica, é-me familiar. Conheci e convivi com uma Mulher, com um enorme M, que sofria com a doença. Apesar de tudo e tal como é retratado no filme, encarava a vida de uma forma surpreendente, mesmo nos piores momentos da doença. Nunca, perante os filhos ou os demais, demonstrou fraqueza ou tristeza... sei que escondia o que sentia pelos filhos, porque sabia que sofriam por ela e pela cada vez mais limitada condição. Junto dela, os problemas nada significavam, fazia-nos sentir pequeninos perante a imensidão da alegria e boa-disposição com que nos recebia, disposta a ouvir o que nos entristecia. 

 

Enquanto há vida, há esperança.

A Teoria de Tudo

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