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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 28 anos*

Um Mar de Pensamentos

Ter | 25.08.15

É certo que, a mim, nada me diz mas ...

M*
... confesso que faz-me calafrios e imagino um universo tão negro, frio e negativo sempre que escuto um pai ou mãe tratar um filho ou filha por você - V-O-C-Ê - e, obviamente, o contrário. Catarina, você já escolheu o seu bolo? O menino Gonçalo já pediu o seu gelado? O Pai não vai pedir nada? Dá-me vontade de sacudir pais e filhos e perguntar como conseguem usar o você como se de desconhecidos se tratassem... e quando os pais são casais novos com filhos pequenos a (...)
Ter | 26.05.15

Sobre o gravíssimo fanatismo... do meu irmão.

M*
Domingo. Final de dia. Regresso a casa depois de visitar a família. Rádio ligado num jogo de futebol. Quando perguntei ao meu irmão porque raio estavamos a ouvir o relato do jogo de equipas que nada nos dizem, reproduz-se o seguinte diálogo,   - É que eu quero que o União da Madeira suba de divisão. - Porquê? - Ah é que joga lá um gajo emprestado pelo Sporting! - Só podes estar a gozar comigo... é que só podes mesmo estar a gozar, meu! Tu bates mal... muito mal!   E, (...)
Qui | 21.05.15

A mãe S.,

M*
têm 28 anos - dois anos mais velha do que eu -, trabalha para o meu pai e, certa tarde, quis saber a minha opinião e, do qual procurei reproduzir nosso diálogo,   - O meu P. agora diz que quer usar brincos com a irmã. - Hum... e? - E? Achas bem? Ele diz que quer usar brincos como a irmã! - altera a voz e acentua as últimas palavras. - Continuo a não perceber... - Primeiro, porque ele é menino e os meninos não usam brinco. - Ah! Mas... - preparava-me para argumentar quando, a (...)
Qua | 22.04.15

Conversas entre irmãos.

M*
Por falar em conduzir, contei ao meu irmão que, ontem, ao final do dia, meti-me no ovo kinder, juntamente com a minha irmã, aventurando-nos no meio das aldeias, por caminhos apertados, estranhos e recheados de buracos. Expliquei-lhe que, embora não tenha apanhado nenhum susto ou trânsito, constantemente imaginava o momento em que outro carro me aparece-se e eu, assustada, fosse espetar o ovo kinder contra um muro, (...)