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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 28 anos*

Um Mar de Pensamentos

Ter | 30.06.15

Confesso-me. Confesso-te.

M*
  Tenho medo que não sejas mais do que um sonho. Um amor belo que desejei, sonhei, desenhei. O simples desejo de ti e de ti necessitar. Não existes, bem sei e culpo-me por alimentar o sonho do oposto. Afinal, quem serias tu? Quem seriamos nós? Quiçá, a culpa resida em mim, na necessidade de mergulhar no desejo de te ter, na minha (...)
Ter | 31.03.15

Loucura.

M*
 Loucura... às vezes, sinto-me perto dela, de cometer uma qualquer loucura. Sinto-me cansada, aborrecida, farta. Preciso de respirar, de sentir que vivo, de coisas boas. Sinto que vou enlouquecer ou, provavelmente, já enlouqueci. Talvez, a realidade seja esta, a de tentar disfarçar a loucura em que sempre vive. E, não me digam que há quem viva pior do que eu... sei-o bem, não me esqueço mas, não posso nem quero carregar com o drama do mundo. Ou, por esta altura, não escreveria (...)
Qua | 25.02.15

Levo-te comigo.

M*
Presente em cada sonho. Nos dias que vivo, nos sons que escuto, nas cores que me rodeiam e pintam os meus olhos. Levo-te comigo. Na tristeza dos dias, nos sorrisos sinceros do presente, nos sonhos do amanhã. Levo-te comigo. Nos livros que partilho contigo, nos passos pelas ruas da vila, na ausência que sinto de ti. Sinto-te comigo. No frio que me barre a alma e o corpo, quando mergulho nos pensamentos do amanhã e te sinto num livro. Sinto-te comigo. Quando fecho os olhos invades sempre (...)
Qua | 21.01.15

Dizem que,

M*
quando não conseguimos dormir à noite, é porque estamos acordados no sonho de alguém. A ser verdade, tenho a dizer-te que és o meu ladrão mais descarado. Roubas-me o sono para me teres nos teus sonhos. E, depois, quando me recupero, invades o meu sonho sem pedir qualquer permissão. É em ti que descanso e recupero o sono que me roubaste, enquanto me aconchegas em ti e brincas com os meus cabelos. Noutras noites, entras com pés silenciosos, quase nem te sinto, e abraças-me num (...)