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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de Maria, 29 anos*

13 | Dos outros... e do amor falhado.


M*

26.08.15

O amor é um universo simples. Porém, nós, enamorados e não enamorados, complicamos o simples... porque viver descomplicadamente parece aborrecido. O mais triste do amor é quando ele termina assim,

 

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O mais triste do amor é quando ele termina e mil e umas palavras ficam por dizer... O mais triste do amor é quando queremos que alguém fique e não somos capazes de o dizer. O mais triste do amor é viver com este e se eu lhe tivesse dito para ficar, para não desistir e lutar por nós, o que seriamos hoje? O amor é feito de palavras e quando as palavras nos falham, é triste viver com os sentimentos de um amor falhado.  

Viver. Sonhar. Amar.


M*

07.08.15

Viver custa. Há dias em que sinto a vida escapar-se pelos meus dedos como se de areia de praia se trata-se. A vida dói. 

 

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Sinto a tua falta. A falta dos teus abraços, gestos e beijos. Sinto a falta de ti, de nós. Consome-me. Penso em ti, em mim e no que fomos, no que queríamos ser, no que poderíamos ser e a tua ausência consome-me. A culpa é nossa, é tua e minha, por não lutarmos por quem dizemos amar. Ou, será que ainda lutaremos? Não sei se habitas no meu passado ou te encontrarei no futuro. Perdi a esperança. E, enquanto a vida passa nos outros, recheando-a de momentos felizes, em mim escapa-se-me. 

 

Vivo um dia de cada vezes, sem expectativas nem sonhos que mereçam ser sonhados ou vividos. Viver dói. A vida custa. Há dias em que me sinto cansada de viver, sonhar, esperar.

 

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 Eu sinto a tua falta... a falta de nós. Demoras muito?

A caixa de ti.


M*

16.07.15

Mergulhei em ti, em nós, nas memórias de um ano em comum quando, sem relembrar o que continha naquela velha caixa, tropecei nela. E, no tão pouco tempo que fomos nós, recordei o significado de cada pequena coisa tua. Uma carta, um pedaço de papel, um peluche, um bilhete para um festival, momentos de outrora, provas de um passado que não deveria ter vivido. A caixa, recheada de mil e um sentimentos, relembrou-me o motivo porque te guardei. Guardamos pequenos nadas pelo significado de quem, um dia, tanto amamos. E, depois, quando as coisas não são para ser, quando o caminho de ambos não se faz lado a lado? Existem duas hipóteses: ou destruímos tudo ou guardamos. Resolvi guardar-te. Não por te amar mas, para jamais esquecer do que me obrigaste a viver, do que não quero novamente viver, do que não quero para mim. 

 

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E...?


M*

06.07.15

... quando deixamos simplesmente de acreditar no amor, em histórias românticas, belas e de final feliz, em príncipes encantados e numa promessa de sonhos, o que fazemos?

 

Porque, o amor é-me distante, irreal, falso... matei o amor. 

 

... aos vinte e sete anos, quiçá seja a coisa mais triste que escrevi mas, a verdade é que, perdi a capacidade de acreditar no amor.

 

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E, ainda assim, quero-me imaginar com um daqueles belos vestidos de noiva... sim, sou uma tempestade de confusão.

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