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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Semana dezanove em fotografias

Semana Dezanove

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129 | Momento de trabalhos manuais... um pouco trabalhoso mas o resultado final compensa.

130 | Um prazer com sabor a chocolate.

131 | Eu e a minha irmã decidimos pregar umas partidas telefónicas na família.

132 | Reencontros literários... trilogia Belle.

133 | A mana mais nova foi colocar aparelho... e um novo sorriso ganhou.

134 | Senhor caracol para onde vais?

135 | Descobrir um pequeno paraíso. 

 

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O projecto 366 dias do meu ano em fotografias pode ser acompanhado no facebook e instagram do blogue e consiste, como o nome indica, em publicar uma fotografia do meu dia-a-dia. 

Leituras de Abril.

O mês de Abril revelou-se um completo desatre literário. Não consegui iniciar e concluir nenhuma leitura. Terminei O Prisioneiro do Céu de Carlos Ruiz Zafón e iniciei leituras diversas que não terminei.

 

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No âmbito do desafio 12 Meses, 12 Livros onde cada mês é subordinado a um determinado tema, o mês de Abril deveria ser dedicado à leitura de uma adaptação cinematográfica de quem, porém, nunca cheguei a ultrapassar as primeiras páginas. Palmeras en la nieve de Luz Gábas foi a minha escolha. No entanto, talvez por se tratar de um romance histórico em língua espanhola ou, quiçá, por não ser a altura mais adequada para a sua leitura, a verdade é que não consegui desenvolver paixão por este livro. Coloquei-o, por acreditar que seria o melhor, um pouco de lado e deixei-me envolver no mistério d' O Homem Que Perseguia o Tempo de Diane Setterfield. A narrativa de Diane não foi, contudo, suficiente para me agarrar: ultrapassei a metade do livro sem que a história se tornasse mais cativante. Retomei a leitura de Palmeras en la nieve, na esperança de me enamorar por um romance histórico da era colonial espanhola... um fracasso. 

 

Acredito que um livro não deve ser lido por obrigação mas por prazer e com uma lista tão extensa de livros por ler, decidi-me a iniciar uma nova leitura. A Tomada de Madrid de Mário Silva Carvalho pareceu chamar-me mas, tendo em conta o último abando e desilusão literárias, optei por esperar uma altura mais propicia à sua leitura.

 

Nos últimos dias de Abril, depois dos fracassos literários, optei por ler uma autora que dificilmente me desilude: Lesley Pearse e A Promessa, o segundo volume da trilogia Belle. Coloquei-a, ainda assim, em segundo plano quando decidi, impulsivamente, comprar A Livraria dos Finais Felizes de Katarina Bivald. Uma escolha, contudo, acertada que me devolveu o reencontro com o entusiasmo literário perdido. É certo que o encontraria com Lesley Pearse mas fez-me bem arriscar numa escrita nova. Maio trouxe o final d' A Livraria dos Finais Feliz e o retomar d' A Promessa. 

 

Prevejo, em breve, ler o livro subordinado à temática de Maio - mês do Trabalhador: um livro cujo o título seja sobre uma profissão - do desafio 12 Meses, 12 Livros: O Livreiro de Mark Pryor. Conto, igualmente, reler Viver Depois de Ti de Jojo Moyes... uma leitura conjunta.

19/52S | As minhas séries preferidas...

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Confesso-me: não sou apaixonada por séries. Sempre que me questionam qual ou quais a minhas séries favoritas ou a que assisto presentemente, demoro imenso tempo a responder - à excepção, obviamente d' A Guerra dos Tronos que rapidamente me assalta a memória. A verdade é que, cedo ou tarde, acabo por perder o interesse e deixar de acompanhar - e A Guerra dos Tronos não se inclui aqui. Por outro lado, à excepção da suspeita anterior, as minhas séries favoritas são desconhecidas ou nunca são as preferidas, fugindo à regra dos numerosos fãs. 

 

| A Guerra dos Tronos |

Game of Thrones é... Game of Thrones. Não se explica. Simplesmente: ou se é fã, ou não se é. Não existe meio termo e eu, embora inicialmente duvidasse do potencial da série antes de começar a assistir, a verdade é que fiquei extremamente fã dela.  

 

| Versailles |

Versailles leva-nos a viajar no tempo, à era do Rei Luís XIV e da construção do fabuloso Palácio de Versalhes, que inspira o título da série. É, na minha opinião, uma série extremamente bem trabalhada e elaborada, mostrando-nos os jogos de poder, traição, amor e luxúria do século XVII. Versailles é transmitido na RTP1, todas as quartas-feiras.

 

| Mentes Criminosas |

Foi e é uma das poucas séries que mais me cativou. Não a acompanho temporada a temporada, episódio a episódio mas, sempre que opto por mudar para um canal de televisão onde ela seja transmitida, é certo que ficarei a assistir. É, simplesmente, viciante.

 

| Hospital Central |

Não é a primeira vez que menciono Hospital Central no blogue. Foi a primeira série que assisti na vida e é uma das séries mais longas da televisão espanhola. Como o próprio nome indica, Hospital Central retrata a vida de médicos, enfermeiros e auxiliares de saúde no serviço de urgências de um hospital de Madrid. Vinte temporadas e trezentos episódios depois, Hospital Central marcou a geração que a acompanhou e dela fez nascer novas séries inspiradas neste retrato. A Telecinco, canal responsável pela série, disponibilizou todos os episódios no seu site.

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| Em Contacto |

Foi das séries que mais me marcou porque, essencialmente, acredito que existam pessoas com o dom sobrenatural da Melinda.

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Um mar de livros... estou a ler,

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