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Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Um Mar de Pensamentos

Um mar de leituras. Um mar de sonhos. Um mar de conquistas, lutas e fracassos. Um mar de mil pensamentos. O diário de M*

Postcrossing: os primeiros,

Catorze dias depois de sairem do seu destino (segundo o site), chegaram até mim os primeiros postais Postcrossing,

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 Kyoto, Japão

 

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 Tawain

 

Imaginem o meu ar de felicidade ao contemplar os meus primeiros postais: parecia uma criança pequena a quem oferecem um novo brinquedo... e, como tal, andei a mostrar a pais, irmãos e alguns conhecidos estes pedaços tão longinquos. Falta-me decidir: expor ou guardar. Ou seja, eu adoro paredes repletas de imagens e, na parede do meu quarto, coloquei fotografias e frases... E, creio que será isso que vou fazer com alguns postais: aos mais bonitos ou que algo me digam, coloco-os na parede e, os restantes, guardo-os numa caixa que arranjei para o efeito. 

 

Vou tratar de enviar os meus próximos postais.

Sobre livros, os finais e as continuações...

E, quando acabamos um livro bom e sentimos que, finalizada a última folha, o nosso universo mudou? Quando maldizemos o autor (ou a editora) por dividir o livro em partes? É por estas que eu não gosto de sequelas. Fujo a livros com as palavras volume, trilogia ou saga. Ou os tenho todos em casa, ou tenho posses para comprar os seguintes ou, tento evitar. Apaixonar-me por um livro e aguardar ansiosamente pela continuação, sem saber quando o posso adquirir, é simplesmente frustrante. E, quanto mais resisto, pior a emenda: é quando aparece alguém que me diz que é mesmo muito bom e me faz cair na tentação de comprar o primeiro volume... Talvez seja um pouco exagerado dizer que o nosso universo mudou por um livro mas quem nunca ficou a remoer com o final do mesmo? Hum? Quem nunca, que atire a primeira pedra! 

 

Aliás, nem precisam de ser sequelas... basta só ser um bom livro.

 

E, o que é um bom livro? É aquele onde encontramos uma certa afinidade ou identificação com as personagens, que nos prende da primeira à última página ou que (e como já me aconteceu) numa primeira análise não gostamos mas, com insistência e lá para meio do livro, nos faz desejar saber o final de cada uma das personagens. Bons livros que, mediante a temática abordada, nos provocam alguma espécie de sentimento: choramos, rimos, nos perguntamos como a maldade parece triunfar, nos comove e faz-nos reflectir sobre os dramas das vidas reais... simplesmente parecem despertam o desejo de entrar livro dentro. Sobretudo, livros que, finalizados à uma e meia da manhã permitem que sonhemos com as personagens. *

 

Quando termino de ler um bom livro, apoderam-se de mim mil e uns sentimentos: quero mais, sempre mais! E, depois, surgem as dúvidas e questões sobre os finais, sobre o espaço de tempo que não se menciona mas sente-se, sobre as personagens... até ler um novo livro e o ciclo recomeçar. 

 

 

 

* e, este meu texto deve-se ao final do primeiro volume de Um Mundo Sem Fim de Ken Follet: terminei o livro àquela hora, não tenho o segundo volume e quero saber ansiosamente os finais das personagens, sobretudo, o de Caris com quem tanto me identifiquei...)

 

** (e, desculpem lá se o texto estiver para o confuso: admito que ando numa daquelas fases em que eu e escrita andamos de candeias viradas... ou seja, falta de inspiração e vontade de escrever)

Fotografia,

recentemente encontrei àquela que será, certamente, a minha fotografia mais parva e decidi coloca-lá numa moldura. Mas e porque a fotografia merece, optei por inovar, procurando uma ideia barata e diferente, através do amigo Google.

 

Portanto, o que fazer com um frasco que outrora conteve paté de atum e uma fotografia? Nada mais simples do que transforma-lo num porta-retratos,

 

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Material

1 fotografia

1 frasco em vidro

 

Simples, rápido e diferente. É daquelas coisas que leva a pensar na questão mas como é que eu não me lembrei disto antes?... e, tão somente basta pesquisar um bocadinho: são inúmeras as ideias giras e práticas que encontramos... inclusive para quem, como eu, é terrível com tarefas manuais (não tenho muito jeito nem paciência)... precisei de pouco menos de cinco minutos e voilá! Ideias que transformam qualquer velho objecto em algo único.

 

E, para finalizar, digam olá à M* dos 4 anos! Não me perguntem que figura era aquela porque, nem eu mesma sei... mas, só prova que, no fundo, tenho uma enorme pancada (e, também não sei que raio de laço, flor ou seja o que for aquilo azul que tenho no cabelo).

Um mar de livros... estou a ler,

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